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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Dois anos do Mais Médicos. 10 coisas sobre o Mais Médicos que a mídia convencional não vai contar para você


10 coisas sobre o Mais Médicos que a mídia convencional não vai contar para você

Por Cynara Menezes - Socialista Morena - 08/07/2015

Há exatos dois anos, no dia 8 de julho de 2013, o Brasil foi tomado por uma onda de ira corporativista contra um projeto que visava ampliar a oferta de médicos especializados em saúde da família no País. Naquele dia, o governo baixou a MP (Medida Provisória) criando o programa Mais Médicos, que previa a importação de médicos de diversos países, inclusive cubanos. O CFM (Conselho Federal de Medicina) e a oposição ao governo tentaram, de todas as formas, impedir que os estrangeiros viessem suprir a carência de profissionais em áreas rejeitadas pelos médicos brasileiros.

Médicos cubanos chegaram a ser vaiados e insultados por colegas em sua chegada no aeroporto de Fortaleza (CE), em uma atitude que surpreendeu os dirigentes da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), parceira do governo federal no programa. “Nunca pensei que fosse chegar a este extremo de preconceito e até racismo, que fossem dizer que as médicas cubanas pareciam empregadas domésticas, que os médicos negros deveriam voltar para a África ou que eram guerrilheiros disfarçados”, lamenta o representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquín Molina.

Neste meio tempo, sempre que a mídia brasileira noticiou o programa foi para contar quantos cubanos fugiram para Miami ou os erros que porventura cometeram, ainda que nunca tenha se concretizado nenhuma condenação. Molina se queixa que, cada vez que era procurado pelos jornais para defender o programa, ganhava um parágrafo na reportagem, contra dez do presidente do CFM atacando a ideia. “Pessoalmente, acho que a mídia brasileira privilegia a notícia ruim. Nunca vi uma manchete positiva neste país”, critica.

Reuni neste post 10 pontos que a imprensa não destacou para que as pessoas possam conhecer melhor o programa Mais Médicos. Confira.

1. O número de médicos na atenção básica à população na rede pública do País foi ampliado em 36%: tinha cerca de 40 mil antes do programa e ganhou 14.462 profissionais, entre eles 11.429 cubanos e 1.187 com diplomas de outros países. A lei priorizou os brasileiros, mas apenas 1.846 se inscreveram na primeira convocatória. Este ano, a situação se inverteu e 95% das 4.146 vagas foram ocupadas por médicos brasileiros.

domingo, 14 de setembro de 2014

Médicos com Dilma: nem só de coxinhas de jaleco é formada a classe médica do país



Médicos com Dilma: nem só de coxinhas de jaleco é formada a classe médica do país
Maria Frô - 13/09/2014

Cento e Oitenta médicos e médicas em todo país dão início ao recolhimento de assinaturas em apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Eles manifestam seu apoio e ressaltam, entre outras coisas, os avanços pelos quais o Brasil tem passado nos últimos anos e o compromisso assumido pela Presidenta com mudanças estruturais, como, por exemplo, seu apoio ao Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.


O manifesto pode ser acessado em Médicos com Dilma. Há espaço para depoimentos e novas assinaturas. Há também uma Fã Page no Facebook
Conheça o Programa Mais Médicos e ouça a avaliação de médicos brasileiros efetivamente comprometidos com a saúde pública sobre o programa:

Carta dos Médicos em Apoio à reeleição da Presidenta Dilma!

Médicos com Dilma, por mais Futuro

Médicos com Dilma

1. No nosso trabalho como médicos e médicas, seja atendendo diretamente a população ou em outras funções no Sistema Único de Saúde (SUS), percebemos claramente o impacto das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos. Acompanhamos com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo, os ganhos sociais e as alegrias do povo. Arregaçamos as mangas fazendo o nosso melhor. E assim como participamos das transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos anos e não deixamos de nos posicionar em defesa dos interesses nacionais, hoje novamente o fazemos.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Às favas a saúde. A Associação Médica Brasileira, em sintonia com a embaixada dos EUA e aliada à coalizão demotucana, tendo respaldo e torcida da mídia, opera abertamente para destruir um programa de saúde pública emergencial voltado às regiões e contingentes mais vulneráveis do país.

O nome disso é escárnio
Saul Leblon - Carta Maior - 17/02/2014 

O sultanato de jaleco branco trata a saúde como um mercado de camelos; alia-se ao conservadorismo retrógrado e tem na embaixada dos EUA um corredor de fuga.

Algo outrora inescapável do epíteto de um escárnio contra o povo brasileiro está em curso nos dias que correm.

O ruído que provoca -- tanto das fileiras do governo, quanto nas de segmentos que se avocam à esquerda dele-- é incompreensivelmente desproporcional a sua gravidade.

Que as sininhos não badalem e, igualmente, seus carrilhões silenciem, é ilustrativo do fosso existente entre o inflamável alarido anti- Copa bimbalhada nas ruas e a real preocupação com o futuro do país e a sorte da população.

A Associação Médica Brasileira, em sintonia com a embaixada dos EUA e aliada à coalizão demotucana, tendo respaldo e torcida da mídia, opera abertamente para destruir um programa de saúde pública emergencial voltado às regiões e contingentes mais vulneráveis do país.

Não há resguardo das intenções, nem pudor na propaganda da ação.

A entidade que se proclama representante da corporação médica brasileira acolhe e viabiliza deserções de profissionais cubanos fisgados pelo redil conservador em diferentes regiões e municípios.

O Estado brasileiro investirá este ano R$ 1,9 bi em recursos públicos nesse programa, para agregar 43 milhões de atendimentos/ano ao SUS a partir de abril, quando o Mais Médicos atingirá seu efetivo pleno, com mais de 13 mil profissionais em ação, sendo seis mil cubanos.

A embaixada dos EUA no Brasil --em sintonia com a Associação Médica e lideranças dos partidos conservadores--opera abertamente para que não seja assim.
O tripé orienta e encaminha pedidos de vistos especiais, a toque de caixa, para que o maior número de desistentes possa rumar a Miami, onde os espera a estrutura da ‘Solidariedade Sem Fronteiras’.

A ONG de fachada humanitária tem como principal negócio –financiado por recursos orçamentários que a bancada cubana assegura no Congresso-- promover e operar deserções em convênios de saúde firmados entre Havana e 66 países nesse momento.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Quem são os que lutam hoje contra o Mais Médicos em cinco capítulos

Quem são os que lutam hoje contra o Mais Médicos em cinco capítulos
Renato Rovai - Revista Forum - 07/02/2014

A turma que quer acabar com o Mais Médicos conseguiu uma heroína. Seu nome Ramona Rodríguez, médica cubana. Ela foi apresentada pelo deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) como um troféu de um grupo bastante conhecido da sociedade brasileira. Um grupo que decidiu fazer de tudo para impedir que pessoas que vivem nas periferias das grandes cidades ou nas pequenas cidades brasileiras tenham direito à atendimento médico. Diga-se, em lugares onde nossos doutores se negam a trabalhar.

Mas vamos lá, quem são os que lutam hoje contra o Mais Médicos em cinco capítulos:

1) São os mesmos que lutaram com unhas e dentes contra Bolsa Família e que agora fazem média falando que sempre foram a favor. Veja aqui um vídeo onde o senador Álvaro Dias diz, sem meias palavras, que o Bolsa Família mantém as pessoas na miséria e estimula a preguiça.

2) São os mesmos que sempre se posicionaram contra o aumento do salário mínimo porque, segundo eles, isso levaria várias empresas, municípios e estados brasileiros a quebrarem e geraria desemprego. E que quando eram governo defendiam aumentos de salário mínimo abaixo da inflação. Se quiser checar, olhe aqui.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Jornalismo independente e o Programa Mais Médico. Diário do Centro do Mundo quer ir a Melgaço, no Arquipélago de Marajó, no Pará - cidade com pior IDH do Brasil, que nunca teve médico, agora recebe o primeiro pelo Mais Médico.

Queremos ir a Melgaço, uma cidade que nunca teve médico. E contamos com você
Paulo Nogueira - DCM - 13/11/2013

É com prazer que o DCM dá seu primeiro passo numa inovação trazida pela internet ao jornalismo digital: o crowdfunding.

Basicamente, é a parceria que se estabelece entre leitores e veículo em torno de uma determinada pauta de interesse das duas partes.

A pauta que escolhemos tem a alma do DCM – expressa na luta por dar voz a quem não tem.
Link da imagem: Conheça Melgaço, no Pará, a cidade com o pior IDH do Brasil
Decidimos ir a uma das cidades mais pobres do Brasil, Melgaço, no Arquipélago de Marajó, no Pará. Até a chegada do programa Mais Médicos, não havia um simples consultório médico à disposição dos habitantes de Melgaço.

Queremos mostrar a transformação na cidade: como era a vida sem médicos e como as pessoas encaram a perspectiva de enfim poder tratar decentemente da saúde.

Queremos também mostrar o primeiro médico que se instalou na cidade: as razões de sua escolha, suas impressões iniciais e seus desafios.

Este projeto se traduzirá num diário e num documentário. À frente dele estará a jovem e premiada documentarista Alice Riff.

Submetemos a ideia ao maior site brasileiro da área de crowdfunding, o Catarse. Ela foi acolhida, e agora é a fase de recolher doações de pessoas que, como nós, se entusiasmem pelo projeto.

Os valores podem ser os mais diferentes, como você terá a oportunidade de constatar no Catarse. O objetivo é chegar à soma que permita a Alice e um assistente passarem uma semana em Melgaço, e o custo da edição. Nem um real a mais.

Prêmios a doadores estão no Catarse. Um deles estipula um encontro com a autora no qual ela falará de sua experiência, responderá a questões e mostrará, em primeira mão, o documentário.

É a internet encontrando caminhos para a prática de um jornalismo independente – e também com a dose exata de um ativismo.

É nossa experiência inicial. E temos a convicção de que será a primeira de muitas, nas quais brasileiros sempre à margem da mídia corporativa receberão, do DCM, voz e cara.



Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.


Dr. Melgaço

Um projeto de Jornalismo por Diário do Centro do Mundo 



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Após o SUS, Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde, diz profissional que atuará na Bahia

Após o SUS, Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde, diz profissional que atuará na Bahia
Blog do Planalto - 22/10/2013

O baiano Fabiano Santos da Cruz, que acaba de retornar de Cuba, onde ganhou uma bolsa de estudos e se formou em Medicina, disse que o programa Mais Médicos é a segunda revolução no sistema de saúde brasileiro após a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS). Fabiano, que é natural de Ipirá, a 202 Km de Salvador, vai atuar em Feira de Santana, e pretende ser um instrumento na melhoria de vida da população que mais precisa.

Fabiano e centenas de profissionais das mais variadas nacionalidades que integram a segunda fase do programa estão alojados na Academia Nacional de Polícia, no Distrito Federal, e ainda esta semana vão viajar para as cidades em que prestarão atendimento. Eles participaram nesta terça-feira (22), no Palácio do Planalto, da cerimônia de sanção da lei que institui o Mais Médicos, e contaram ao Blog do Planalto sobre a experiência de ser parte do programa.

“Um país como o Brasil precisa muito de médicos, é uma necessidade básica. Quem não tem saúde, o que pode fazer na vida?”, questiona a médica Celia Steiman, que veio da Argentina para participar do programa. Celia conta que os intercambistas estão aprendendo muito e elogiou o SUS. “Mesmo que ainda esteja faltando alguma coisa e não esteja tudo perfeito, é muito superior o nível da medicina comunitária no Brasil”.

A venezuelana Maria Fernanda Fernández Moraes conta que está feliz por participar do Mais Médicos. “A gente vai poder fazer um trabalho muito bonito aqui, ajudando o povo brasileiro”, disse ao lado do amigo Juan Martín Estevez, a quem incentivou para que também viesse ao país. “Ela me disse: ‘Juan, é hora de abrir portas’”.

Português intensivo

Na Academia Nacional de Polícia, além de moradia provisória, os médicos estrangeiros têm aulas intensivas de português. A professora Lara Amaral acompanhou os alunos durante a cerimônia e falou sobre o trabalho. “A experiência é muito rica para as duas partes”.

“A gente trabalha com um programa de língua portuguesa e cultura brasileira. Para que eles se prepararem para o cenário que eles vão encontrar nos interiores, no sertão, no cerrado. E a gente trabalha com músicas típicas, com vídeos [...] Os médicos estão saindo capazes plenamente de ir para o consultório e atender a população”, conta Lara, que destacou ainda o respeito que recebe, em especial, dos alunos cubanos. “Eles têm uma educação, uma postura, que é de tirar o chapéu”.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

OPAS: “Mais Médicos” é arrojado e inovador. O Brasil, que já é reconhecido como líder global em saúde pública, se encontrará em uma posição privilegiada para compartilhar informações a respeito dos seus programas nacionais e sua cooperação internacional na área de saúde.

OPAS: “Mais Médicos” é arrojado e inovador
Fernando Brito - Tijolaço - 9 de outubro de 2013 | 12:12

Carissa Etienne, diretora geral da Organização Pan-Americana de Saúde, a mais antiga instituição médica do mundo, publicou hoje um artigo em O Globo que deveria ser lido por todas as pessoas que acham que o “Mais Médicos” é um programa de natureza eleitoral.

Reproduzo um trecho, que espero na esperança de que se cure o “complexo de vira-latas” de luxo que se tem em relação à saúde brasileira. Ela tem estruturas precárias, filas, carências de toda a espécie.

Mas é a única política social que, neste país, evolui sem recuos nos últimos 25 anos, desde a criação do SUS e da universalização do direito de acesso aos serviços de saúde, para uma população imensa, carente e com dispersões geográficas gigantescas.

Coisas que, estamos vendo, não são realidade em muitos países avançados economicamente, como os Estados Unidos, que só enxergam a medicina como um negócio privado.
                                                                             Dra. Carissa Etiene - Diretora da OPAS
Graças, aliás, aos profissionais médicos dedicados à saúde pública e não transtornados com uma ideia corporativa mesquinha, que os afasta dos próprios objetivos da profissão e que está causando danos irreparáveis à imagem da categoria.

Que bom se os médicos brasileiros pudessem ser vistos como o que são: protagonistas de uma história dos progressivos sucessos de um país na luta contra a pobreza e o abandono do ser humano.

O Brasil não está só

Carissa Etienne
(…)A Opas/OMS tem apoiado seus países-membros em suas iniciativas para fortalecer os recursos humanos em saúde. A mais recente destas iniciativas foi o arrojado e inovador programa Mais Médicos, do Brasil.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Mais médicos, menos manipulação. Apressado, Estadão em seu editorial de 01/09, embarca na mentira da Folha de SP de 30/08: “Prefeitos demitirão médicos locais para receber os de Dilma”

"A reação destemperada das entidades médicas contra o programa que importa profissionais de outros países não tem justificativa, mas pode ser explicada pelo excesso de zelo na defesa dos interesses corporativos. Mas, quais seriam as razões pelas quais dois dos mais importantes jornais do país se prestariam a publicar e comentar invenções como essa? " 

"A manipulação se torna ainda mais canhestra quando se observa que, segundo o próprio UOL, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, havia esclarecido, no dia 14 de agosto, em audiência na Câmara dos Deputados, que os municípios não poderiam trocar médicos próprios pelos profissionais pagos pelo programa federal (ver aqui)." 

"Quando fundamenta seu editorial de domingo numa mentira, o jornal mais tradicional do país atenta contra sua própria credibilidade, mas causa outros males ainda mais graves, como o estímulo a atitudes preconceituosas pelo Brasil afora contra os médicos estrangeiros."

Programa Mais Médicos. Mais médicos, menos manipulação
Observatório da Imprensa. Por Luciano Martins Costa em 02/09/2013 na edição 761

Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 2/9/2013

Em editorial publicado no domingo (1/9), o Estado de S. Paulo acusa o governo federal de ter agido com muita sofreguidão e pouco planejamento ao colocar em prática o programa Mais Médicos. Há, de fato, algumas evidências de que a implantação do programa exige explicações adicionais em pleno curso, principalmente em função das reações negativas estimuladas por dirigentes de entidades de classe. No entanto, não se pode dizer que uma iniciativa que vem sendo discutida há mais de um ano e meio, com participação de representantes das entidades do setor, seja resultado de improviso.

Apressado, mesmo, foi o editorial do Estado, escrito em cima de uma notícia publicada pela Folha de S.Paulo na sexta-feira (30/8), e desmentida no mesmo dia pelo UOL, portal da própria Folha.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Negro Belchior. Quem tem medo de mulheres (NEGRAS) de jaleco branco?

"A classe médica (e média) que hoje não se constrange em manifestar seu preconceito racial é herdeira de Nina Rodrigues. Racista confesso, o renomado médico baiano tentava dar cientificidade à sua tese sobre as raças inferiores. Acreditava ele que os negros tinham capacidade mental limitada e uma tendência natural à criminalidade.

No final do século XIX, Nina Rodrigues combatia a miscigenação por acreditar que qualquer mistura poderia degenerar a raça superior branca. Mais ainda, defendia a existência de dois códigos penais: uma para os brancos e outro para as raças inferiores. Esses e outros absurdos podem ser observados em seu livro “As Raças Humanas e a Responsabilidade Penal no Brasil’. "
link da imagem: Religiões Afro Brasileira e Política: Médicos Negros Cubanos para o SUS no Brasil

Quem tem medo de mulheres de jaleco branco
CartaCapital - Negro Belchior - 29/08/2013

“Eu já desde muito nova queria fazer Medicina… só que Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho, para as pessoas como eu sou, negra, mulher, pobre, Capão Redondo. Ninguém sonha ser médico lá. Eu insisti que queria fazer medicina.” – Cintia Santos Cunha

Por Douglas Belchior

Em seu texto sobre a polêmica dos médicos cubanos no Brasil e a reação de uma jornalista potiguar que escandalizou as redes sociais ao dizer que médicos cubanos pareciam “empregadas domésticas”, e que precisariam ter “postura de médico”, o que não acontecia com os profissionais cubanos, o professor Dennis de Oliveira sintetizou:

“(…) ela expressou claramente o que pensa parte significativa dos segmentos sociais dominantes e médios do Brasil: para eles, negros e negras são tolerados desde que em serviços subalternos. Esta é a “tolerância” racial brasileira.”

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Programa Mais Médicos. Estamos na iminência de um “xeque-mate” do PT?

"Os políticos de oposição e seus ghost writers na chamada "imprensa de mercado" têm toda a razão do mundo para essa grita intempestiva que ora se escuta e se lê nos "jornalões". Não tem dinheiro, seja oriundo do fundo partidário, de doação legal de grande empresa; não tem "mensalão" ou "trensalão" que pague essa publicidade que o ministro de Lula/Dilma está recebendo graciosa e forçosamente nessas mesmas empresas de "jornalismo" que exercem, com impressionante desenvoltura, seu "pluralismo" e "imparcialidade" mercantis."

Estamos na iminência de um “xeque-mate” do PT?
247 - Lula Miranda - 27 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 17:43

Eis que o partido dos trabalhadores, aparentemente, fez uma jogada de mestre no xadrez político que joga hoje com o PSDB, com a assistência dos demais partidos, notadamente PSB e PMDB, que a tudo acompanham, lance a lance a lance, atentamente. E já dá o tradicional alerta, que serve como uma espécie de aviso-prévio de uma derrota anunciada ao seu contendor:

- "Xeque!".

Mas quem será o enxadrista por detrás de tão desconcertante e improvável jogada?

Enquanto seus opositores, distraídos e displicentes e, pelo visto, mais familiarizados ao jogo de damas ou a um singelo dominó, ainda celebravam a queda da aprovação do governo Dilma nas recentes pesquisas de opinião, o governo lançou, incontinente, o programa Mais Médicos, que, se efetivamente implementado, poderá acarretar nas eleições de 2014, guardadas as devidas proporções, o mesmo impacto que teve o Plano Real para as eleições de 1994. Ou, melhor comparando, pode significar o mesmo que o PAC representou para a candidatura Dilma.

Não é gratuita ou forçada essa comparação com o Plano Real – ao qual o PT inicialmente, lembre-se, para marcar (o)posição, também foi contra. Tal qual faz a oposição agora, com relação ao Mais Médicos. Tal qual o Plano Real, na época, a força desse programa é incomensurável, tamanha são as carências da população na área da saúde e tamanho é o seu apelo social.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Leonardo Sakamoto. A culpa dos jornalistas nesse show de horrores sobre os médicos cubanos.

Imagem 247: Eles são responsáveis pelo corredor polonês?
A culpa dos jornalistas nesse show de horrores sobre os médicos cubanos
Leonardo Sakamoto - 27/08/2013 18:21

Parte dos jornalistas passou dias dizendo o que quis sobre a vinda dos médicos cubanos, sem se preocupar em checar informações ou as consequências de suas ações.

São escravos, vêm em aviões negreiros, são incompetentes, indolentes e teve até quem disse que as médicas pareciam “empregadas domésticas” (o fantástico é que a tosca em questão achou que estava ofendendo as doutoras mas, no fundo, rasgava preconceito contra uma suposta aparência de trabalhadoras domésticas).

Muito jornalista também deu voz de forma passiva e servil ao corporativismo médico desmiolado, ou seja, ouviu e transmitiu aberrações sem questionar. Que é a função primordial dele.

Isso alimentou um bando de filhos das classes média e alta, com formação política zero, conhecimento histórico inexistente, pouco senso crítico e zero de autocrítica. Que depois de bem “fundamentados”, levaram seus jalecos brancos para a porta de aeroportos a fim de repetirem o que ouviram.

Em suma, todo e toda jornalista que ajudou a inflar o monstro da xenofobia e do preconceito neste caso ou ao longo dos anos ou se omitiu diante disso tem uma parcela de culpa nesse show de horrores e de vergonha alheia.

Não somos nós que vamos a público tentar agredir estrangeiros. Da mesma forma que não é a mão de pastores ou deputados que seguram a faca, o revólver ou a lâmpada fluorescente que atacam homossexuais. Mas somos nós que, muitas vezes, na busca por audiência ou para encaixar um fato em nossa visão de mundo, tornamos a agressão banal, quase uma necessidade para restabelecer a ordem das coisas.

Parabéns colegas, a gente é o máximo.

Jornalista causa revolta ao afirmar que médicas de Cuba “tem cara de empregada doméstica”.

"A jornalista deletou sua conta no Facebook após a repercussão negativa de suas declarações. O tom preconceituoso do texto fez com que quase mil pessoas compartilhassem a imagem na rede social, com tons ofensivos, acusando Micheline de racismo." 

Jornalista causa revolta ao afirmar que médicas de Cuba “tem cara de empregada doméstica”
Por Igor Carvalho - Revista Forum - 27/08/2013
Micheline Borges se manifestou
 pelo Facebook (Imagem:
Reprodução Facebook)

Micheline Borges lamentou a chegada dos profissionais ao Brasil e disse: “Coitada da nossa população”

Micheline Borges se manifestou pelo Facebook (Imagem: Reprodução Facebook)

Micheline Borges, uma jornalista potiguar, causou revolta nas redes sociais ao expressar sua opinião sobre os médicos cubanos que estão chegando ao Brasil para trabalhar no programa “Mais Médicos”. “Me perdoem se for preconceito, mas essas médicas cubanas tem uma cara de empregada doméstica”, afirmou a repórter.

Em outro trecho, ela reclama da imagem dos profissionais cubanos. “Médico, geralmente, tem postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência”.

A jornalista chega a questionar se os médicos de fato são profissionalizados, por conta da aparência deles, e questionou se eles serão capazes de tratar dengue ou febre amarela. Micheline Borges termina desejando que “Deus proteja o nosso povo.”

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Saul Leblon. ‘Mais Médicos’: eles agem como Bush em Nova Orleans. Se dependesse dos gásparis, elianes, tucanos e assemelhados o Katrina da carência médica continuaria a devastar o Brasil miserável.

"Há um ciclone de abandono e isolamento médico cujo vórtice atinge cerca de 3500 municípios brasileiros.
A demanda para atender à emergência é superior a 15 mil médicos.
As inscrições validadas pelo programa Mais Médicos resolvem 10% dessa defasagem.
Cerca de 4 mil médicos cubanos foram contratados pelo governo brasileiro para mitigar a emergência, em um acordo mediado pela Organização Pan Americana de Saúde.
Os primeiros grupos a desembarcar neste final de semana, em Recife e Salvador, receberam do conservadorismo local o mesmo tratamento seboso e deselegante endereçado por Bush a Fidel, durante o Katrina.
A exemplo do republicano, o conservadorismo brasileiro prefere ver a pobreza morrer doente a ter um médico cubano prestando assistência emergencial nas áreas mais carentes do país. " 

‘Mais Médicos’: eles agem como Bush em Nova Orleans
Saul Leblon - Carta Maior - 26/08/2013

Há oito anos, no dia 26 de agosto de 2005, o furacão Katrina chegou aos EUA.

No dia 29 atingiu Nova Orleans. Desencadearia uma espiral de devastação que associou desabamentos, inundações, afogamento, fome, sede e saque.

Pretos, pobres, velhos e crianças foram as principais vítimas do desastre que custou 1.800 vidas.

Muitas poderiam ter sido poupadas se o socorro tivesse a agilidade requerida nessas horas.

O governo Bush demorou quatro dias para reagir.

O presidente republicano sequer visitou o local logo após a tragédia.

Com uma semana da passagem do Katrina, inúmeras áreas continuavam isoladas.

Tijolaço nos udenistas. Até Noblat passou a defender médicos cubanos! A coisa tá feia…

Foto:  Vitor Teixeira. Colunistas infectados: fuja deles
Até Noblat passou a defender médicos cubanos! A coisa tá feia…
Tijolaço - 26 de agosto de 2013 | 13:33

O blogueiro Ricardo Noblat está sendo massacrado por seu leitores em O Globo.

Seja por convicção ou por ter percebido que se forma uma imensa maré de opinião pública, Noblat resolveu enfrentar o público udenista de seu blog e declarar-se a favor da importação de médicos cubanos.

Adota o discurso de que, bem, isso é marquetagem do Governo Dilma, mas ainda assim é bom.

Abriu uma enquete para apurar a opinião dos leitores, embora o jornal já estivesse fazendo outra que, ao que parece, foi retirada do ar e dava apenas 27% de aprovação à vinda dos estrangeiros.

É aquela história do Pulitzer: ”Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.”

Importa no episódio, porém, a sua leitura política.

É o “adiram ou serão devorados” que está sendo gritado às forças do conservadorismo, que estão mudas, com esparsas manifestações como o editorial da Folha e o artigo da Eliane Cantanhênde, um que ninguém lê e outro que ninguém dá importância.

Segue o texto de Noblat, cujo título – Só vejo vantagens – é rapidamente esclarecido com a observação “sobre a vinda de médicos estrangeiros”
‘Só vejo vantagens’ (sobre a vinda de médicos estrangeiros)

Ricardo Noblat

Sem tolices, por favor. Queriam o quê? Que precisando contratar médicos para fixar no interior do país o governo não o fizesse só por que os nossos têm outros planos? Ou então que contratasse estrangeiros, mas não cubanos por que eles vivem sob uma ditadura?

Pedro Porfírio e os médicos cubanos no Brasil. Um pesadelo para a indústria das doenças. Uma cruzada que juntou a ganância com a intolerância.

Que tipo de "revalida" o Conselho de Medicina cobra dos pastores que curam em nome de Deus? 

"A elite mercantilista mudou o tom do discurso e agora fala com a maior leviandade das relações de trabalho, embora ainda ameace ir à polícia contra o atendimento que os médicos brasileiros recusaram numa cruzada seletiva de exclusão de quem vive longe da praia e dos shoppings. Essa turma sabe muito bem como funcionam convênios entre nações, da autonomia de cada uma, mas joga para a platéia e fala menos no revalida, por que soube de uma articulação para que faça o próprio dever de casa: a exigir dos outros, os conselhos de Medicina deveriam fazer o mesmo que a OAB, que obriga a "prova da ordem" para o bacharel advogar.

Se entre os advogados o índice de reprovação chega a 89%, imagine entre os recém-formados de Medicina de faculdades que mal garantem aulas teóricas (agora, estão usando até aulas on line). Essa possibilidade fez murchar um pouco o discurso do revalida." 

Porque cuidar da vida é tão simples
Blog do Porfírio - 24/08/2013

Os médicos cubanos estão chegando para tratar do povo que os brasileiros se recusaram a tratar: alvíssaras!
Enfim, caiu a ficha: palmas para Ela, que saiu de uma defensiva até compreensível e optou com coragem e determinação pelos milhões de brasileirinhos que nunca viram um médico na vida, mas que, apesar dos chiliques da direita reacionária, também são filhos de Deus.
Nenhum dos  371.788 profissionais formados nas 200 faculdades conectadas à lucrativa indústria da doença vai ter como se sentir preterido. A todos indistintamente foi oferecida a oportunidade de exercer a medicina como nos bons tempos, quando o médico tinha paciência para ouvir o paciente e uma boa conversa era meio caminho andado. 

A todos os médicos do mundo, e não são só aos brasileirões, foi oferecida uma remuneração três ou quatro vezes superior às duas SUS e dessas clínicas particulares vinculadas a planos de saúde, alem de casa, comida e roupa lavada.


Formados para depender de parafernálias

Mas poucos formados aqui podiam aventurar-se no escuro, por que o máximo que aprenderam foi prescrever exames e entupir pacientes  (palavra sob medida) de remédios oferecidos por atuantes propagandistas (o genérico ainda não entrou no seu receituário), generosos em brindes, viagens e até remuneração pela prescrição dos medicamentos dos seus laboratórios. Veja reportagem da revista SUPER INTERESSANTE.

Quem sabe mesmo, nem plano de saúde aceita. Está ganhando muito bem no atendimento a uma elite que pode pagar R$ 500,00 por uma consulta para perder uns quilinhos, fazer plásticas à primeira ruga, e cuidar do embelezamento em dermatologistas estéticos.

Durante os últimos 100 dias, desde o primeiro encontro do chanceler brasileiro com o cubano, a mídia, sob todas as formas, foi bombardeada por personagens raivosos e lobistas insolentes, que tentaram de todos os meios, com baixarias de toda natureza demonizar os médicos cubanos. 

domingo, 25 de agosto de 2013

Hélio Doyle. Entenda por que médicos cubanos não são escravos. Por que a remuneração dos profissionais de saúde de Cuba é paga diretamente ao governo de Raúl Castro

Entenda por que médicos cubanos não são escravos
247 - 25/08/2013

Especialista em estudos cubanos, o jornalista Hélio Doyle explica por que a remuneração dos profissionais de saúde de Cuba é paga diretamente ao governo de Raúl Castro; em primeiro lugar, porque os médicos, servidores públicos cubanos, estão vindo em missão oficial, e não como pessoas físicas; além disso, na sociedade cubana, é aceita a tese de que os ganhos com a exportação de serviços devem ser compartilhados entre toda a população; situação é análoga à de empresas brasileiras de engenharia que prestam serviços no exterior, onde a remuneração dos engenheiros é paga pelas construtoras, e não pelos governos; artigo é resposta clara à crítica conservadora

247 - Autor de uma série de artigos sobre a vinda dos médicos cubanos, reunidos no 247 sob o título "O que você precisa saber sobre médicos cubanos"(leia mais aqui), o jornalista Hélio Doyle publicou neste domingo uma resposta clara aos jornalistas e críticos do programa Mais Médicos que apontam escravidão na vinda de profissionais de saúde daquele país. Leia abaixo:


UM POUCO MAIS SOBRE OS MÉDICOS CUBANOS

sábado, 24 de agosto de 2013

Cynara Menezes. Duas versões delirantes da direita burra sobre os médicos cubanos e uma suspeita

"Será que, na verdade, o que as associações médicas brasileiras temem é que chegue ao Brasil, com os cubanos, uma nova forma de praticar medicina que não a exercitada por eles aqui, uma parceria –praticamente um conluio– com os grandes laboratórios farmacêuticos? Três anos atrás, o CFM (Conselho Federal de Medicina), que agora grita contra os cubanos, desistiu de proibir as escandalosas viagens de médicos brasileiros (leia aqui) financiadas pelos laboratórios multinacionais produtores dos remédios que eles receitam a rodo para a população. Você sabia disso?

Será que o medo real do CFM não é que os cubanos tragam, essa sim, revolução? Uma revolução contra o excesso de medicamentos que o Brasil consome, por culpa não dos médicos cubanos, mas dos mesmos profissionais brasileiros que se recusam a atender a população do interior? Fica a pergunta.
" 


Duas versões delirantes da direita burra sobre os médicos cubanos e uma suspeita
Cynara Menezes - Blog Socialista Morena - CartaCapital - Publicado em 24 de agosto de 2013

1. O médico cubano malvado: Fidel Castro e Dilma Rousseff estão planejando fazer uma revolução comunista no Brasil em pleno século 21, liderada pelos 4 mil médicos que virão ao País. Ao chegar às cidades do interior, os médicos cubanos imediatamente convencerão as pessoas mais humildes a se juntar a eles para discutir o marxismo fora do expediente. Dentro das cadernetas de vacinação das crianças, os médicos ocultarão exemplares de O Capital (2.500 páginas, mas isso é um detalhe) e do Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano de Carlos Marighella. Lavradores esconderão coquetéis molotov entre as mandiocas de sua plantação para serem usados na hora em que o povo tomar o poder. Entre uma consulta e outra, os médicos cubanos irão fazer lavagem cerebral nas donas-de-casa que levaram até lá seus filhos pequenos com febre e que antes eram tratados pelos atendentes das farmácias, porque os médicos brasileiros se recusavam a trabalhar ali. Depois de plantar a semente do comunismo nos rincões, os médicos marcharão junto com os recém-convertidos até as grandes cidades com o apoio do governo federal, acabarão com todos os partidos e todos os jornais e emissora de televisão e então instalarão o comunismo no Brasil. O Exército assistirá a tudo sem fazer nada porque está sucateado e nem armas possui.

Os fatos: só uma pessoa imbecil pode acreditar num conto da carochinha desses, eu nem vou rebater.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Bomba! Reveladas as ARMAS que virão na bagagem dos médicos cubanos


Exclusivo: Reveladas as ARMAS que virão na bagagem dos médicos cubanos
Mario Lobato - Blog do Mario - 22/08/2013 



Os primeiros 400 médicos cubanos do programa Mais Médicos começarão na segunda-feira (26) Estes profissionais fazem parte de um grupo de 4.000 médicos cubanos que virão ao País.

O acordo foi firmado entre o governo brasileiro e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde)
Na imagem vemos AS ARMAS que serão trazidas pelos médicos guerrilheiros

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

4 mil guerrilheiros travestidos de médicos desembarcarão no Brasil

4 mil guerrilheiros travestidos de médicos desembarcarão no Brasil
22 de agosto de 2013
By Professor Hariovaldo
Lamentável cena que veremos em breve nas cidades brasileiras
Mais uma vez a nação periga ante a intentona comunista perpetrada por Dilma e seus asseclas. Não podemos nos olvidar jamais que Che Guevara também era médico, assim como os quatro mil guerrilheiros comunistas que a búlgara pretende importar da ilha da fantasia socialista, para por em prática um dos planos mais maléficos de seu desgoverno, que é levar assistência médica para a gentalha ignara dos grotões do país. Um absurdo, absurdo! Não aceitaremos calados e bradaremos em alto tom a vinda da IV Frota para nos socorrer do mal.
Se esse povo que atendimento de qualidade, que vá procurar nas melhores clínicas das grandes cidades
Somente elementos comunistas da pior espécie aceitariam se fixar nas mais distantes localidades do interior, recebendo um reles salário de dez mil contos, para atender a gente infecta desses lugarejos, as quais foram colocadas lá pela vontade divina, para que no sofrimento encontrassem a morte como libertação. Tratar desse povo, portanto, é uma insolência dos médicos marxistas ateus e um acinte maior do ministério da saúde. A guilda dos médicos está certa em se levantar contra essa ofensa aos direitos humanos dos homens bons, a ONU deverá ser comunicada de mais essa terrível ação bolchevista nacional contra seu próprio povo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Categoria médica sofre ataque bolchevista com reportagem inverídica

1 de agosto de 2013
By Professor Hariovaldo
Acuados pelos bravos médicos patriotas, o desgoverno Dilma tenta desqualificar a categoria através de reportagens inverídicas, possivelmente arquitetadas pelo grupo de J. Dirceu, para assim tratar de piorar ainda mais a saúde nacional. Por isso é necessário mantermos a mobilização e revidar a esses ataques vis por parte dos governistas com inteligência e sabedoria, parando as unidades do SUS e fazendo boicote a essas emissoras que, compradas pelo PT, exibem esse tipo de reportagem, claramente armada contras os já mui sacrificados médicos, que apesar de cultos e bem estabelecidos, se dispõem de boa vontade a servir nas unidades médicas populares, num ato de grande desprendimento. Sendo assim, tais emissoras não deverão ser sintonizadas ou exibidas nos hospitais, consultórios e clínicas-médicas, mostrando o nosso desprezo por tais comportamentos lesivos à categoria discípula de Hipócrates.
Médica consciente, impoluta e preparada expressa de maneira civilizada e não preconceituosa o seu repúdio ao apedeuta