sábado, 28 de julho de 2018

Bomba! Lava Jato declara Lula dono do Facebook e responsável pela censura ao MBL. 

Bomba! Lava Jato declara Lula dono do Facebook e responsável pela censura ao MBL

Da Redação Causa-me Espécie - 28/07/2018 (807º dia do Golpe de 16)
Lula com Zuck em Harvard, segundo candidato a Delator Trainee
República de Curitiba 
Após a inconteste proclamação da Lava Jato que Lula é primogênito do Dr. Roberto e dono da Globo, portanto, comandante máximo do esquema FIFA/GLOBO/CBF (#MaFifa), mais uma bomba cai sobre a família Lula da Silva: Lava Jato atribuirá a Lula a propriedade do Facebook, que irá a leilão.

A convicção da força-tarefa em Curitiba veio depois que centenas de páginas e perfis da família MBL, inimigas do Lulopetismo, foram banidas do Facebook por "gerar divisão e espalhar desinformação", por meio das tais “fake news”.

A Casa caiu
A partir de uma denúncia anônima que chegou à Curitiba, via Whatsapp, enviada por um membro do MBL, a Lava Jato, nossa "Mãos Limpas" (sic), concluiu que Mark Zuckerberg é o caçulinha do Lula, que torna Lula sócio do Facebook.

A conclusão insofismável dos meninos semideuses da Lava Jato fez o Facebook perder US$ 119 bi e Zuck US$16 bi com queda recorde de suas ações. A queda em si prova que a versão dos meninos do MBL para a queda das ações é mais uma fake news, sim! 

Tal conclusão deve arrastar o valor de mercado da Globo ladeira abaixo, pois se Lula é filho do Dr. Roberto, Zuck é seu neto e também sócio da emissora. 😅

Outra frente vai investigar de onde veio os US$ 22 bi para o Face comprar o Whatsapp, às vésperas das eleições de 2014. Aí deve ter caixa dois e lavagem de dinheiro, no mínimo!

Se Lula é dono do Face, deve ser verdadeiro que é dono da Friboi como desconfiou Janaína Paschoal. Por tabela, bilionário da Forbes. Um Alvará foi despachado à Agência Lupa para alterar o status dessas informações de "FALSO" para 👀 "DE OLHO".

Dilma Sabia?
A ex-presidenta golpeada será arrolada ao processo por saber da relação parental de Zuckerberg com Lula. Um famoso candidato a Delator Trainee disse que Dilma foi madrinha de batismo, assistiu à circuncisão e participou do bar-mitzvá do menino judeu Mark Zuckerberg; Lula foi seu padrinho de formatura em Harvard e entregou uma foto como prova.

Não à toa que a Presidenta vestiu a camisa do Facebook em 2015 e saiu bonita na foto com o afilhado bilionário, provocando a diminuição do alcance da página da anti-petista Raquel Sheherazade, segundo seu relato. Agora ficou claro o que era a tal "parceria" de Dilma com Mark.

Fotos de Zuck com o Papa comunista Francisco e com o pseudo-comunista Obama foram apensadas aos autos, já repleto de provas robustas e que desvendou esta intrigada teia. Chico, Obama e Mark deverão ser conduzidos debaixo de vara (coercitivamente) para depor em Curitiba. Um mandado coletivo de extradição foi expedido pelo juiz mouro.

Finalmente, o Papa terá chance de se explicar, em juízo, com o "sujeito que fala com Deus?", se abençoou o terço que fora dado ao Lula por um emissário da Santa Sé. Se fez, porque fez?

E quem ficar fazendo troça, comédia com assunto tão sério, as tais "fake news" e seu combate, receberá a etiqueta/selo "DE OLHO" pela PF/MPF/Lupa/Globo e poderá ser coercitado a se explicar ao juiz.

Tchau, querido!
Magoados, os meninos do MBL, "forjados na guerra", iniciaram uma cruzada para derrubar a gigante das redes sociais, acampando em frente sua sede. Finalmente, mais um enigma foi resolvido: Primeiro, a gente derruba a Dilma e PT, depois o Facebook. Ainda não se sabe se vão lançar a própria rede social, o Fakebook, ou migrar para o Orkut

Que Deus tenha misericórdia desta nação!

A Teia - Desvenda o elo entre Lula, Zuck e Facebook



domingo, 8 de julho de 2018

Favreto pôs a Lava-Jato de joelhos, ao expor mais uma vez a farsa do Judiciário pretensamente sem lado.

FAVRETO E OS FALSOS MORALISTAS

Por Moisés Mendes - Via Facebook - 08/07/2018

Alguém que teve em algum momento um vínculo formal e orgânico com um partido é apenas um cidadão. Se o partido não expressa posições fascistas, não há nada de errado.

Ao contrário, está tudo certo. As grandes democracias ainda têm partidos fortes com alto índice de engajamento das suas populações.

O juiz Rogério Favreto, que determinou a soltura de Lula, foi ligado ao PT. Jornalistas da assessoria de imprensa do golpe o acusam de ser um juiz sob suspeita.

É uma bobagem. Partidos são, nas democracias, os espaços para a afirmação de posturas políticas de qualquer pessoa, sem distinções.

Partidos são redutos da resistência mesmo nas ditaduras. São os detentores da prerrogativa de apresentarem nomes habilitados a exercer a representação por voto. Partidos não são entidades clandestinas. Sem partidos, não há democracia plena, por mais depreciados que eles estejam.

O juiz Favreto não é mais ou menos juiz por ter tido ligação com um partido. Ele exerceu seu direito de cidadão de forma explícita, sem biombos e negaceios.

Ninguém pode dizer que o desembargador Favreto faz exibições públicas de poder ao lado de poderosos, que tira fotos com corruptos, que frequenta convescotes com golpistas, que divide a mesa de palestras com tucanos.

O juiz Favreto não é um magistrado dissimulado, bajulado, cortejado pelos reacionários brasileiros, eleito amigo da imprensa, considerado parceiro de investigadores e arapongas americanos.

O juiz Favreto não é um deslumbrado de gravata borboleta transformado em celebridade por causa da função que exerce como togado. Talvez nunca tenha usado uma gravata borboleta.

Então, os ataques ao juiz por sua antiga ligação com o PT são apenas uma tentativa de desqualificar sua coragem ao enfrentar a tropa de choque da Lava-Jato, que condenou Lula em tempo recorde. Não haveria esse falso dilema moral se o juiz fosse tucano.

Favreto pôs a Lava-Jato de joelhos, ao expor mais uma vez a farsa do Judiciário pretensamente sem lado. O desembargador fez com que a lerda Justiça brasileira fosse de novo repentinamente ágil, para evitar a soltura de Lula.

O juiz a ser imitado pelas novas gerações de operadores do Direito é Favreto, não é o chefe da Lava-Jato. Ele ficou sozinho no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, quando da tentativa de enquadrar Sergio Moro por causa do grampo de Dilma Rousseff. Ninguém o acompanhou.

E agora Favreto reafirmou para o Brasil que Lula é um preso político e que a solução para o impasse do seu encarceramento passa longe dos limites do Judiciário.

A libertação de Lula depende menos da Justiça e mais de gestos políticos decididos, porque é rasteiramente política a decisão que o mantém preso em Curitiba.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

A doença é um ótimo negócio no capitalismo

Coisas do capitalismo

Por Thomas dde Toledo - via Facebook - 03/07/2018

A doença é um ótimo negócio no capitalismo e a coisa funciona assim. 

A Bayer compra a Monsanto, formando um truste. 

A parte Monsanto joga veneno nas frutas, verduras, legumes e cereais. 

As pessoas consomem e ficam doentes. Aí entra a Bayer com o remédio. 

Ela não cura, mas a prolonga o tratamento para ganhar mais. 

Como tem patentes e monopoliza o mercado, ela coloca o preço que quiser. 

Da mesma forma que a agricultura com veneno é subsidiada pelo governo, o sistema público de saúde também pagará pelo tratamento. 

O político bancado por essas empresas trabalha para tirar as restrições ao veneno e para encarecer o custo dos orgânicos. 

Com aumento no número de doentes, ele promete construir hospitais. 

O povo vota e ele trabalha para as empresas. 

Assim, o Estado gira essa roda de envenenamento, doença, político vendido. 

Quem paga para ficar doente e depois ser tratado é o próprio cidadão. 

Coisas do capitalismo. 

Para vencer isto, há três formas: vai pra Cuba, vira hippie ou luta pelos orgânicos, pela quebra de patentes, pelo desenvolvimento da ciência e por um SUS público e de qualidade.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cuba, um país sem Black Friday, sem coxinhas, sem líderes religiosos... onde TODOS fazem as três refeições diárias

OS COXINHAS DE LÁ MORRERAM AFOGADOS

Por Francisco Costa - Via Facebook - 26/11/2016  


Um coxinha, essa anomalia que substituiu o cérebro por um HD externo, da mídia, veio ao meu chat, navegando em desaforos, para me perguntar porque exalto Cuba.
Meu caro coxinha!

Imagine um país sem shoppings, sem Black Friday, sem roupas de etiqueta, restaurantes de luxo, igrejas promovendo a salvação imediata e curas milagrosas, carros de último modelo, mansões, iates... Uma merda, não é mesmo?

Agora imagine um país onde TODOS fazem as três refeições diárias, TODOS estudam ou estudaram, TODOS têm assistência médica e odontológica, TODOS têm consciência, e os órgãos internacionais classificam esse país como modelo nos sistemas de saúde e educação.

Para que isso seja possível é necessário que não haja uma maioria trabalhando para sustentar os que consomem nos shoppings, aproveitam o Black Friday, vestem roupas importadas, freqüentam restaurantes de luxo, passeiam em seus carrões e iates de luxo e depois vão para suas mansões, descansar, ou para as igrejas, orar, para agradecer a Deus a graça alcançada.

Você falou mais, que Cuba é um país ateu.

Não! É tão laico quanto o Brasil. A diferença está em que lá não existe a profissão de líder religioso, alguém que vive da fé alheia, fazendo fortuna.

Lá o sujeito é médico, engenheiro, pedreiro ou carpinteiro durante a semana, e no final da semana, depois de ter dado o seu quinhão para a sociedade, pode escolher se vai à praia, se vai encher a cara de rum, jogar beisebol, visitar um parente ou ir para uma igreja ou macumba, lá chamada de santaneria.

Lá, liderança religiosa como atividade principal é sinônimo de charlatanismo e vagabundagem.
Depois você apontou as filas. É verdade, lá há fila para quase tudo.

Não sei onde você mora, coxinha, mas imaginemos que no seu bairro morem cinco mil pessoas.
O açougueiro do seu bairro compra carne suficiente para quinhentos fregueses, para não encalhar, e a carne é vendida sem filas.

Já em Cuba forma-se uma fila de cinco mil pessoas, e todos compram a carne.

Aqui o poder econômico determina quem vai comer carne. Lá, a ordem de chegada na fila determina quem vai comer carne primeiro, entre TODOS.

E vem você com a conversa que em Cuba não há liberdade.

O que é a liberdade, o direito de ambicionar uma jóia e comprar uma bijuteria, desejar ir à Europa e não ter dinheiro para tomar um ônibus e ir ao bairro vizinho, sonhar bacalhoada e comer ovo frito, consultar o índice da Bolsa, o mercado de capitais, a cotação do dólar, como quem lê livro de ficção?
Ser livre é ter o direito de admirar o iate alheio, a mansão alheia, as viagens alheias, o carrão alheio, sabendo que nunca terá igual, ou desejar o que está ao seu alcance porque ao alcance de todos, igualitariamente?

Lá, não procure por joalherias, agências de câmbio, corretoras de valores, shoppings... Os cubanos não conhecem isso. Como não pode ser para todos, não é para ninguém.

Achei interessante como você cobrou de Cuba (e de Fidel), como se fosse um país gigantesco, super armado.

Saiba que Cuba é uma ilha menor que o estado de Santa Catarina, com uma população aproximadamente igual à da cidade de São Paulo, mais próxima dos Estados Unidos (Flórida) que o Rio de Janeiro de São Paulo, e no entanto ousou desafiar e resistir à maior potência bélica do planeta, mesmo sob boicote internacional, sem poder comprar nada e vender nada para nenhum país, buscando a auto suficiência em tudo. Isso por meio século.

Fosse um povo infeliz ou revoltado e teria mais facilidade de se entregar aos algozes que um país maior e mais distante. Se não o fizeram é porque estão satisfeitos.

Quanto a Fidel, leia a sua biografia, ultrapassa muitos heróis de ficção, fabricados nos laboratórios do capitalismo.

Por fim, você sabe do que mais gosto em Cuba?

Lá não tem coxinhas, morreram todos afogados em livros, reencarnando seres conscientes.

Francisco Costa
Rio, 26/11/2016.

Banco Mundial diz que Cuba tem o melhor sistema educativo da América Latina e do Caribe





domingo, 29 de abril de 2018

Lula, você já está no pódio da História, ao lado de Ghandi, Mandela, Luther King, Che...

CARTA ABERTA AO MAIOR DE NÓS

Por Francisco Costa - via Facebook - 29/04/2018

Charge: Osmani Simanca
Meu companheiro Lula

Posso imaginar como você está se sentindo aí.

Não me refiro ao confinamento físico, este sei que você tira de letra e calcanhar, mas à condição psicológica, a de se sentir injustiçado.

Não pedirei para você pensar positivo, você é mestre nisso também, mas há males que vêm para o bem. Fosse eu religioso e diria que Deus escreve certo por linhas tortas.

Você já está no pódio da História, ao lado de Ghandi, Mandela, Luther King, Che... E só lhe faltava uma cadeia injusta, para se igualar a eles em todos os detalhes, com uma ressalva: Ghandi era de casta nobre, estudou na Inglaterra, o mesmo acontecendo com Mandela, da elite em seu povo. King era filho de pastor nacionalmente conhecido, e com estudos superiores, Che era médico, enquanto você... Um Paraíba pau de arara, fruto da terra, criado sem pai, proleta em linha de montagem de automóveis... E hoje... Cidadão do mundo.

Hoje amanheci pensando em que brasileiro eu poderia comparar com você, e só encontrei um: Pelé.

Não me refiro ao Edson Arantes, ao qual tenho restrições, mas ao Pelé, o filho do Dondinho e da miséria brasileira, que se transformou em sinônimo de Brasil.

Nas décadas de 60 e 70, esta sonora e simples palavra, Pelé, ecoava no mundo todo, entre os agricultores no interior da China e os doutorandos de Coimbra e da Sorbonne; nas tribos africanas e nos palácios europeus; entre os pescadores do Adriático e os extrativistas da Amazônia, nas coberturas em bairros nobres e nas favelas, nas palafitas e nas mansões, como se irmanasse o mundo, com judeus, cristãos, islamitas, budistas, ateus... Pronunciando Pelé, com os mais diversificados e variados sotaques: Pelé!

Nós vivemos essa época e nos lembramos disso, companheiro.

Pois você hoje é o Pelé da hora, Lula.

Os que pensaram te encarcerar, por entre grades, mais não fizeram que expô-lo ao mundo, que hoje pronuncia Lula como um dia pronunciou Pelé.

Você hoje é símbolo nacional, emblemática imagem de um país, como Mandela para a África do Sul, Ghandi para a Índia, Lincoln para os Estados Unidos... Capítulos a parte na História dos povos, ou como disse um poderoso, você é o cara.

Você tinha tudo contra: as origens, miséria e carências; a falta de escolaridade, numa sociedade de classe dominante preconceituosa e prepotente, telespectadora da Globo e pretensamente culta; uma voz rouquenha, dificultando a oratória; a estatura baixinha... Como Pelé, que mal falava, teve problemas de saúde na infância, apontando para a inadaptabilidade aos esportes, o pouco estudo...

Em comum, o talento inato, aquela centelha diferenciadora e ocasional, que acomete a poucos e só raramente, fazendo com que você faça na política e na administração pública o que ele fez no futebol: ter a capacidade de jogar em qualquer posição do time, com a mesma eficiência e rendimento, levando ao desespero os adversários cometendo faltas, agredindo, contundindo, sem perceberem que com isso estavam e estão confessando as próprias limitações, a inferioridade, medíocres diante do talento.

Não se considere preso, companheiro, mas apenas contundido, pronto para logo voltar ao campo, quando, mais que o Brasil, o mundo inteiro vai vibrar em uníssono, como um dia vibrou com um gol de Pelé, em final de Copa do Mundo.

Francisco Costa
Rio, 23/04/2018

sexta-feira, 27 de abril de 2018

RUDÁ RICCI: REFORMAS ULTRALIBERAIS DESMONTAM ESTRUTURAS DE PROTEÇÃO SOCIAL

Resumo básico sobre o desastre que o pós-impeachment causou ao Brasil

Por Rudá Guedes Ricci - Via Facebook - 27/04/2018

1) Os dados:

INVESTIMENTO LÍQUIDO NEGATIVO
Investimento público cai para 1,17% do PIB e atinge o menor nível em 50 anos. Tesouro revela que os R$ 76,9 bilhões aplicados pelo setor público no ano passado não cobriram a depreciação (perda de valor) dos ativos públicos, provocando um “desinvestimento” de R$ 36,5 bilhões. Isso significa que além de a infraestrutura pública estar prejudicada pela falta de novos investimentos, os gastos não são suficientes sequer para manter o que já existe.

EXTREMA POBREZA
O número de pessoas em situação de extrema pobreza no país passou de 13,34 milhões em 2016 para 14,83 milhões no ano passado.

QUEDA NÚMERO DE LEITOS
10 mil leitos hospitalares a menos, de 2016 para cá.

MORADIA DE FAVOR
Entre 2016 e 2017 cresceu em 7% o total de domicílios ocupados mediante empréstimo no país. Aluguel aumentou somente 1,5% no mesmo período.

2) Os motivos:

REFORMAS ULTRALIBERAIS DESMONTAM ESTRUTURAS DE PROTEÇÃO SOCIAL 
Não dá mais para tapar o sol com a peneira. A histeria ultraliberal que gerou surtos psicóticos em algumas ruas e nas redes sociais gerou esta situação de retrocesso a dados sociais e de investimento de meio século atrás. A política de austeridade vem gerando seus frutos de desarticulação social, precarizando o emprego e a segurança social. O importante é que fica nítido que o desemprego - ao contrário do discurso sem eira nem beira dos ultraliberais - não é fruto de descaso ou inaptidão individual. A precarização afeta postos que exigem qualificação universitária.

DEGRADAÇÃO DO AMBIENTE DE INVESTIMENTOS
Outro grave gargalo causado pelo PMDB e PSDB nesses dois anos de (des) governo é a forte instabilidade que afeta duramente a expectativa de investidores e aumenta o grau de especulação, depreciando o real. A insegurança jurídica e a judicialização da disputa de projetos para o país criaram uma dança das cadeiras infindável. Basta citar o caso de Minas Gerais, onde a política local virou um grande "strike" na eleição deste ano: PSDB abatido pelo "caso Aécio"; PT abatido pela greve dos professores estaduais e possibilidade de impeachment do governador, MDB abatido por sua esperteza de sempre (correndo por fora a ponto de quase sair do campo de jogo). .

PAÍS FUNDADO NA COMERCIALIZAÇÃO DE COMMODITIES
Finalmente, continuamos sem forças e vontade para conduzir uma reconversão produtiva. Um país desindustrializado e alicerçado na produção e comercialização de commodities é dependente do humor e especulações do mercado externo. Pior: como o setor primário exige baixa qualificação profissional, pressiona a média salarial geral para baixo. Novamente, Minas Gerais é ilustração desta tragédia: Estado que, como o Espírito Santo, depende da exportação de commodities (o café foi responsável por 43% das exportações de MG no ano passado; seguido pelos produtos do complexo sucroalcooleiro que representaram 16,5% das exportações e o complexo soja, responsável por 13,9% das exportações). 
Minas que possui o terceiro maior PIB estadual (atrás de SP e RJ), tem a 10a média salarial nacional.

O (des) governo está destruindo nosso presente e futuro.


quinta-feira, 22 de março de 2018

"Deus criou Adão e Eva e não Adão e Ivo"

"Deus criou Adão e Eva e não Adão e Ivo".

Por Miguel Rios - via Facebook - 20/03/2015

Deus tava entediado, fez um curso de cerâmica e resolveu moldar um boneco. Soprou e deu-lhe vida. Vê que bafo da gota. Aí Adão entediado exigiu uma companheira. Vê a carência. Deus arrancou uma costela dele (tipo o que Thalia fez) e PAM! Eva na área. Viviam eles com os bichinhos, sem trabalhar, nem bater um prego em um sabonete Dove molhado (ninguém reclama que o governo sustentava, né?), no maior paraíso. Só não podiam comer de uma fruta que Deus proibiu, era dele. Vê a proteção de privilégios exclusivos. 

Aí Adão e Eva, depois de usarem alguma ervinha mais aditiva, bateram um papo com uma cobra e resolveram desobedecer. Foram lá e mandaram a fruta pro bucho. Adão botou a culpa em Eva, que havia lhe seduzido, como se ele não fosse maior de idade. Vê o machismo, a criancice e a falta de responsabilidade em assumir os erros.

Deus deu piti e expulsou eles do bem-bom. Viraram sem-teto por causa de uma fruta roubada. Vê a crueldade. A família perder hospedagem e ajuda de custo porque fez um ato que qualquer maloqueiro faz. No máximo, uma pena alternativa de replantar árvores.

Mas Adão e Eva tiveram de começar a ralar e ralar e rolar pra botar menino no mundo. Tiveram dois pirraias. Abel era todo limpinho, comportadinho, santinho, roupinha transada, cabelinho escovado e recebia os elogios. Caim era mais sapeca, desajustado, malamanhado e sobravam as lapadas pra ele. Ou seja, o mais rebelde, problemático, que deveria ter acompanhamento e mais atenção, era desprezado. O mais equilibrado era posto nas alturas, ganhava os afagos, o preferido até de Deus. Vê a meritocracia.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Os coxinhas ficaram com vergonha de falar de política depois do Golpe de 16?

EXISTE UM MEDO DE FALAR DE POLÍTICA. 

Por Cris Penha - via Facebook - 12/03/2018

Quando vou às festas que ainda me convidam (kkk), política virou assunto proibido. As vezes até combinam: "ó, ninguém fala de política", pelo menos não na mesa, só ao pé do ouvido. Vamos falar apenas de esportes, cinema, culinária e do clima? 

Só quando o PT governava que se falava de política, onde a classe média das festas que eu frequentava reclamava de tudo, até da tapioca de R$ 10. 

Uma vez cheguei numa festa e o anfitrião na frente de todos: "este é o único petista legal que eu conheço". Como assim? O resto é bandido e a direita é 100% honesta? Ou "bolsa família é pra comprar o voto dos pobres". Achei que isso era quando davam cesta básica na véspera da eleição e depois sumiam deixando todos morrerem de fome por 4 anos. 

E no elevador: "calor hoje né?" ou "que esfriada que deu". Hoje, ninguém mais toca no assunto, reclama da corrupção, do preço dos combustíveis, da tentativa descarada de abafarem tudo num grande acordo nacional e muito menos batem panela.

As pessoas estão aceitando passivamente perderem aposentadorias, pensões, direitos trabalhistas, programas sociais, o sonho de viver num país desenvolvido para todos e sem corrupção sem nem ao menos discutir alternativas. Isso talvez seja um misto de vergonha por parte de alguns e de indiferença por parte dos que queriam apenas tirar o PT. 

Mas toda essa passividade diante da perda dos próprios direitos e da destruição do Brasil? O que explica isso? 

Provavelmente o poder da mídia que diz 24 horas por dia que estamos no caminho certo, que não há outro jeito, que esses que tomaram o poder são honestos, que a Justiça não entrou no Acordo Nacional. Como no texto de Bertold Brecht, o Brasil parece cada vez mais um país de analfabetos políticos, vide a expressiva intenção de votos em Bolsonaro e a quantidade de seguidores do MBL.

Por isso que todos nós temos que fazer a nossa parte, falar sim de política, discutir em todos lugares, abrir os olhos da população por que ninguém fará isso por nós. E não só nas redes, mas em todos os lugares. 

A política precisa ser discutida sempre por que quem não gosta ou não acompanha de perto será governado pelos que gostam até demais, pelos motivos que sabemos. 

Nós, que não somos políticos profissionais mas cidadãos, não somos inimigos nem adversários. Todos nós queremos o melhor para o Brasil. 

Como no futebol, cada um tem a sua receita para esse país vencer. Mas não se iludam que esse é o objetivo dos que tomaram o poder no Brasil, por que nunca foi e nunca será. A história é a prova!