Prefeitura de SP quer rebatizar ruas que tenham nomes vinculados à ditadura militar. Roberto Marinho e Octávio Frias de...
sábado, 15 de agosto de 2015
Prefeitura de SP quer rebatizar ruas que tenham nomes vinculados à ditadura militar. Roberto Marinho e Octávio Frias de Oliveira estão fora da lista.
Xou do impeachment - "Eu sou top, eu sou poderosa, eu sou a Diva que você quer copiar"
Xou do Impeachment - Fora Dilma (Passinho da Mudança)
"Eu sou top, eu sou poderosa, eu sou a Diva que você quer copiar"
"Eu sou top, eu sou poderosa, eu sou a Diva que você quer copiar"
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
"Meninas do Jô" - Jô Soares chama Witte Fibe de “apocalíptica”
"Meninas do Jô" - Jô Soares chama Witte Fibe de “apocalíptica”
Revista Forum - 14/08/2015
Na última edição do quadro “Meninas do Jô”, Lilian Witte Fibe foi criticada pelo apresentador depois de desenhar um cenário completamente pessimista em relação à economia brasileira; chamada de “apocalíptica”, ela tentou rebater, mas Jô não deu o braço a torcer e disse que “enquanto os cães ladram, a caravana passa”
Revista Forum - 14/08/2015
Na última edição do quadro “Meninas do Jô”, Lilian Witte Fibe foi criticada pelo apresentador depois de desenhar um cenário completamente pessimista em relação à economia brasileira; chamada de “apocalíptica”, ela tentou rebater, mas Jô não deu o braço a torcer e disse que “enquanto os cães ladram, a caravana passa”
Já está virando rotina o apresentador Jô Soares entrar em atrito com as jornalistas que participam do quadro “Meninas do Jô” quando o assunto é política. Depois de discutir, em abril, com a jornalista Ana Maria Tahan por ela ter julgado legítimo o protesto daqueles que pedem o impeachment de Dilma e depois também de ter sido alvo de inúmeras críticas por ter saído em defesa do governo, o apresentador voltou a contestar a opinião de uma jornalista que faz oposição ferrenha a Dilma.
No programa que foi ao ar na madrugada desta quinta-feira (13), Jô trocou farpas com Lilian Witte Fibe depois de um comentário completamente pessimista em relação à economia brasileira.
No programa que foi ao ar na madrugada desta quinta-feira (13), Jô trocou farpas com Lilian Witte Fibe depois de um comentário completamente pessimista em relação à economia brasileira.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Petrobras não é PetrobraX. Bate papo no Cafezinho combate as mentiras sobre a empresa que paga R$ 100 bilhões de impostos por ano.
Petrobras não é PetrobraX. Bate papo no Cafezinho combate as mentiras sobre a empresa que paga R$ 100 bilhões de...
Posted by Causa-me Espécie on Quinta, 13 de agosto de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Colunista da Veja ataca vigília no Instituto Lula no domingo. Eduardo Guimarães: "...só falta ele sugerir que petistas não possam sair à rua no dia 16 de agosto. Seria uma espécie de “toque de recolher” político-ideológico."
Eduardo Guimarães: "Segundo o fascista da Veja, “O PT está querendo confusão” simplesmente por fazer um ato público no...
Posted by Causa-me Espécie on Quarta, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
"VEJA calada é uma poeta" - Como reparação, Romário exige que VEJA elabore uma edição inteira apenas com reportagens verídicas
"Veja calada é uma poeta" - “A edição será totalmente auditada, parágrafo por parágrafo, fato por fato, conteúdo por...
Posted by Causa-me Espécie on Segunda, 10 de agosto de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Dois anos do Mais Médicos. 10 coisas sobre o Mais Médicos que a mídia convencional não vai contar para você
10 coisas sobre o Mais Médicos que a mídia convencional não vai contar para você
Por Cynara Menezes - Socialista Morena - 08/07/2015
Há exatos dois anos, no dia 8 de julho de 2013, o Brasil foi tomado por uma onda de ira corporativista contra um projeto que visava ampliar a oferta de médicos especializados em saúde da família no País. Naquele dia, o governo baixou a MP (Medida Provisória) criando o programa Mais Médicos, que previa a importação de médicos de diversos países, inclusive cubanos. O CFM (Conselho Federal de Medicina) e a oposição ao governo tentaram, de todas as formas, impedir que os estrangeiros viessem suprir a carência de profissionais em áreas rejeitadas pelos médicos brasileiros.

Médicos cubanos chegaram a ser vaiados e insultados por colegas em sua chegada no aeroporto de Fortaleza (CE), em uma atitude que surpreendeu os dirigentes da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), parceira do governo federal no programa. “Nunca pensei que fosse chegar a este extremo de preconceito e até racismo, que fossem dizer que as médicas cubanas pareciam empregadas domésticas, que os médicos negros deveriam voltar para a África ou que eram guerrilheiros disfarçados”, lamenta o representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquín Molina.
Neste meio tempo, sempre que a mídia brasileira noticiou o programa foi para contar quantos cubanos fugiram para Miami ou os erros que porventura cometeram, ainda que nunca tenha se concretizado nenhuma condenação. Molina se queixa que, cada vez que era procurado pelos jornais para defender o programa, ganhava um parágrafo na reportagem, contra dez do presidente do CFM atacando a ideia. “Pessoalmente, acho que a mídia brasileira privilegia a notícia ruim. Nunca vi uma manchete positiva neste país”, critica.
Reuni neste post 10 pontos que a imprensa não destacou para que as pessoas possam conhecer melhor o programa Mais Médicos. Confira.
1. O número de médicos na atenção básica à população na rede pública do País foi ampliado em 36%: tinha cerca de 40 mil antes do programa e ganhou 14.462 profissionais, entre eles 11.429 cubanos e 1.187 com diplomas de outros países. A lei priorizou os brasileiros, mas apenas 1.846 se inscreveram na primeira convocatória. Este ano, a situação se inverteu e 95% das 4.146 vagas foram ocupadas por médicos brasileiros.
Por Cynara Menezes - Socialista Morena - 08/07/2015
Há exatos dois anos, no dia 8 de julho de 2013, o Brasil foi tomado por uma onda de ira corporativista contra um projeto que visava ampliar a oferta de médicos especializados em saúde da família no País. Naquele dia, o governo baixou a MP (Medida Provisória) criando o programa Mais Médicos, que previa a importação de médicos de diversos países, inclusive cubanos. O CFM (Conselho Federal de Medicina) e a oposição ao governo tentaram, de todas as formas, impedir que os estrangeiros viessem suprir a carência de profissionais em áreas rejeitadas pelos médicos brasileiros.

Médicos cubanos chegaram a ser vaiados e insultados por colegas em sua chegada no aeroporto de Fortaleza (CE), em uma atitude que surpreendeu os dirigentes da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), parceira do governo federal no programa. “Nunca pensei que fosse chegar a este extremo de preconceito e até racismo, que fossem dizer que as médicas cubanas pareciam empregadas domésticas, que os médicos negros deveriam voltar para a África ou que eram guerrilheiros disfarçados”, lamenta o representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquín Molina.
Neste meio tempo, sempre que a mídia brasileira noticiou o programa foi para contar quantos cubanos fugiram para Miami ou os erros que porventura cometeram, ainda que nunca tenha se concretizado nenhuma condenação. Molina se queixa que, cada vez que era procurado pelos jornais para defender o programa, ganhava um parágrafo na reportagem, contra dez do presidente do CFM atacando a ideia. “Pessoalmente, acho que a mídia brasileira privilegia a notícia ruim. Nunca vi uma manchete positiva neste país”, critica.
Reuni neste post 10 pontos que a imprensa não destacou para que as pessoas possam conhecer melhor o programa Mais Médicos. Confira.
1. O número de médicos na atenção básica à população na rede pública do País foi ampliado em 36%: tinha cerca de 40 mil antes do programa e ganhou 14.462 profissionais, entre eles 11.429 cubanos e 1.187 com diplomas de outros países. A lei priorizou os brasileiros, mas apenas 1.846 se inscreveram na primeira convocatória. Este ano, a situação se inverteu e 95% das 4.146 vagas foram ocupadas por médicos brasileiros.
Assinar:
Postagens (Atom)
