Le Monde denuncia: Há incentivo à sonegação no Brasil
O Cafezinho - Miguel do Rosário - 05/09/2013
Editorial da última edição do Le Monde Diplomatique, assinado pelo próprio editor-chefe do jornal, denuncia a promiscuidade entre o judiciário brasileira e as grandes empresas, com o primeiro permitindo que dívidas tributárias sejam “proteladas por anos”:
“As dívidas pelo não pagamento dos impostos podem ser proteladas por anos; depois de vencido o último recurso, elas podem ser parceladas em até sessenta meses e ao final ainda receber abatimentos − descontos que chegam a 40% do valor principal no caso do agronegócio. Essas políticas públicas são um verdadeiro incentivo à sonegação.”
Confiram a íntegra do editorial
EDITORIAL
É muito dinheiro!
por Silvio Caccia Bava
Em meio a esta discussão sobre a falta de recursos para investir no social – no transporte público, no salário dos professores, no sistema de saúde e em tudo o mais que pode tornar a vida melhor para as maiorias – fomos procurar recursos públicos… e encontramos muito dinheiro! Mas não é fácil acessá-lo.
Durante décadas as grandes empresas investiram pesadamente, influenciando o Parlamento e o Executivo para moldarem uma legislação e políticas que atendam a seus interesses. Nos anos 1990, com a hegemonia do pensamento neoliberal se afirmando no Brasil, o governo orientou suas políticas para facilitar, ou amplificar, o processo de acumulação das grandes empresas. O dinheiro público é destinado a potenciar investimentos privados, ou a remunerar aplicações financeiras.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Leandro Fortes. As desventuras do príncipe. Livro sobre a compra de votos para a emenda da reeleição e o caso extraconjugal de FHC alvoroçam os tucanos.
"Há razão para os temores dos aliados de FHC. Na obra, Dória reconstituiu um assunto que os tucanos prefeririam ver enterrado: a compra de votos no Congresso para a emenda da reeleição que favorecia o ex-presidente. E detalha o “golpe da barriga” que o deixou refém das Organizações Globo, em especial, e do resto da mídia durante seus dois mandatos.
A maior novidade é a confirmação da identidade do Senhor X, a fonte anônima responsável pela denúncia do esquema de compra de votos para a emenda da reeleição. O ex-deputado federal Narciso Mendes, do PP do Acre, precisou passar por uma experiência pessoal dolorosa (esteve entre a vida e a morte depois de uma cirurgia) para aceitar expor-se e contar novos detalhes do esquema."
A maior novidade é a confirmação da identidade do Senhor X, a fonte anônima responsável pela denúncia do esquema de compra de votos para a emenda da reeleição. O ex-deputado federal Narciso Mendes, do PP do Acre, precisou passar por uma experiência pessoal dolorosa (esteve entre a vida e a morte depois de uma cirurgia) para aceitar expor-se e contar novos detalhes do esquema."
CartaCapital - por Leandro Fortes — publicado 04/09/2013 07:52, última modificação 04/09/2013 09:05
Livro sobre a compra de votos para a emenda da reeleição e o caso extraconjugal de FHC alvoroçam os tucanos. Por Leandro Fortes
A obra chega às livrarias no sábado 31, mas antes mesmo de sua publicação tem causado desconforto no ninho tucano. Luiz Fernando Emediato, publisher da Geração Editorial, responsável pela edição, tem recebido recados. O último, poucos dias atrás, foi direto: um cacique do PSDB telefonou ao editor para pedir o cancelamento do livro e avisou que a legenda havia contratado um advogado para impedir a publicação, caso o apelo não fosse atendido.
Tanto alvoroço deve-se ao lançamento de O Príncipe da Privataria – A história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição, do jornalista Palmério Dória. O título da obra faz alusão à alcunha de “príncipe dos sociólogos”, sugestão de amigos do ex-presidente, e ao termo privataria, menção ao processo de privatização comandado pelo PSDB nos anos 1990 e eternizado por outra obra da Geração Editorial, A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr.
Há razão para os temores dos aliados de FHC. Na obra, Dória reconstituiu um assunto que os tucanos prefeririam ver enterrado: a compra de votos no Congresso para a emenda da reeleição que favorecia o ex-presidente. E detalha o “golpe da barriga” que o deixou refém das Organizações Globo, em especial, e do resto da mídia durante seus dois mandatos.
A obra chega às livrarias no sábado 31, mas antes mesmo de sua publicação tem causado desconforto no ninho tucano. Luiz Fernando Emediato, publisher da Geração Editorial, responsável pela edição, tem recebido recados. O último, poucos dias atrás, foi direto: um cacique do PSDB telefonou ao editor para pedir o cancelamento do livro e avisou que a legenda havia contratado um advogado para impedir a publicação, caso o apelo não fosse atendido.
Tanto alvoroço deve-se ao lançamento de O Príncipe da Privataria – A história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição, do jornalista Palmério Dória. O título da obra faz alusão à alcunha de “príncipe dos sociólogos”, sugestão de amigos do ex-presidente, e ao termo privataria, menção ao processo de privatização comandado pelo PSDB nos anos 1990 e eternizado por outra obra da Geração Editorial, A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr.
Há razão para os temores dos aliados de FHC. Na obra, Dória reconstituiu um assunto que os tucanos prefeririam ver enterrado: a compra de votos no Congresso para a emenda da reeleição que favorecia o ex-presidente. E detalha o “golpe da barriga” que o deixou refém das Organizações Globo, em especial, e do resto da mídia durante seus dois mandatos.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Clube militar critica "covardia" do Globo. "Equívoco, uma ova". "Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada."
"Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes."
Clube militar critica "covardia" do Globo
247 - 3 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 22:34Clube militar critica "covardia" do Globo
Clube rebate editorial do "O Globo", no qual o jornal tenta justificar apoio dado ao golpe militar de 1964; "pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem. Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país”
247 – O Clube Militar publicou em seu site nesta terça-feira (3) uma posição crítica ao editorial do jornal O Globo que reconheceu como “equívoco” o apoio ao golpe militar de 1964. Intitulado “Equívoco, uma ova”, o texto do clube diz que o jornal adota uma “mudança de posição drástica” e pratica uma dupla mentira ao se desculpar pelo apoio. " Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca", critica.
“Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem. Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país”, afirma.
Confira a opinião do clube na íntegra:
Equívoco, uma ova
Os Filhos do Bolsa Família. Em dez anos, Bolsa Família beneficia 50 milhões de brasileiros e acaba com a extrema pobreza
Em dez anos, Bolsa Família beneficia 50 milhões de brasileiros e acaba com a extrema pobreza
Blog do Planalto - Terça-feira, 3 de setembro de 2013 às 16:01 (Última atualização: 03/09/2013 às 17:22:12)
Quase dez anos depois de sua criação, o Bolsa Família já beneficiou mais de 50 milhões de brasileiros e é recomendado por organizações internacionais como exemplo de sucesso na redução da pobreza. Para alcançar o objetivo, o governo federal adotou soluções simples e modernas, como o cartão magnético da Caixa Econômica Federal, que facilita o controle e torna as relações impessoais, reduzindo interferências políticas.
O cartão ainda colocou o benefício na mão das famílias, fortalecendo a autonomia, desburocratizando o programa e injetando o dinheiro na economia. O impacto do Bolsa Família vai além do alívio imediato da pobreza, proporcionado pelo complemento à renda das famílias. Resulta em ganho para o próprio crescimento econômico do país. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para cada real investido pelo Bolsa Família, há um retorno para a economia de R$ 1,78.
» Veja especial sobre os 10 anos do Bolsa Família
Para servir e acompanhar os beneficiários, o governo federal mobilizou três redes: a de assistência social, responsável por cadastrar e apoiar famílias em situação de maior vulnerabilidade; a de educação, que acompanha a frequência escolar; e a de saúde, para acompanhar a vacinação e a nutrição de crianças, além de fazer o pré-natal das gestantes.
Blog do Planalto - Terça-feira, 3 de setembro de 2013 às 16:01 (Última atualização: 03/09/2013 às 17:22:12)
Quase dez anos depois de sua criação, o Bolsa Família já beneficiou mais de 50 milhões de brasileiros e é recomendado por organizações internacionais como exemplo de sucesso na redução da pobreza. Para alcançar o objetivo, o governo federal adotou soluções simples e modernas, como o cartão magnético da Caixa Econômica Federal, que facilita o controle e torna as relações impessoais, reduzindo interferências políticas.
O cartão ainda colocou o benefício na mão das famílias, fortalecendo a autonomia, desburocratizando o programa e injetando o dinheiro na economia. O impacto do Bolsa Família vai além do alívio imediato da pobreza, proporcionado pelo complemento à renda das famílias. Resulta em ganho para o próprio crescimento econômico do país. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para cada real investido pelo Bolsa Família, há um retorno para a economia de R$ 1,78.
» Veja especial sobre os 10 anos do Bolsa Família
Para servir e acompanhar os beneficiários, o governo federal mobilizou três redes: a de assistência social, responsável por cadastrar e apoiar famílias em situação de maior vulnerabilidade; a de educação, que acompanha a frequência escolar; e a de saúde, para acompanhar a vacinação e a nutrição de crianças, além de fazer o pré-natal das gestantes.
O editorial de O Globo e a caixa preta da relação da mídia com a ditadura. O exercício editorial de cinismo e memória seletiva de O Globo serve ao menos como oportunidade para trazer à luz um debate que permanece escondido nas sombras no Brasil.
"A participação da mídia brasileira é um episódio que ainda está para ser plenamente contado. Há muitas lacunas e zonas cinzentas nesta história. E isso não parece ocorrer por acaso. Muitos dos compromissos que levaram uma parte importante da imprensa brasileira a se aliar com setores golpistas e autoritários permanecem presentes e se manifestam em outros debates da vida nacional. Enquanto a sociedade não decidir que abrir essa caixa preta é uma condição para o avanço da democracia no país, essas empresas, no Brasil, na Argentina e em outros países da América Latina seguirão praticando um de seus esportes preferidos: pisotear a memória e apresentar os seus interesses privados como se fossem interesses públicos."
O editorial de O Globo e a caixa preta da relação da mídia com a ditadura
Sul21 - 02/09/2013 - Marco Aurélio Weissheimer

Argumento do editorial de O Globo, em resumo, é: “à luz da história, olhando 50 anos depois, foi um erro, mas naquele momento foi imprescindível para a manutenção da democracia”.
O jornal O Globo publicou editorial, dia 31 de agosto, admitindo que “o apoio editorial ao golpe de 64 foi um erro”, ou um “equívoco” como também diz o texto. A decisão de tornar pública essa avaliação, diz ainda o editorial. “vem de discussões internas de anos, em que as Organizações Globo concluíram que, à luz da história, o apoio se constituiu um equívoco”. Quase 50 anos depois do golpe civil-militar que derrubou o governo constitucional de João Goulart, as organizações Globo vêm a público falar desse “equívoco”, lembrando que outros grandes jornais do país também aderiram ao movimento golpista (cita o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo, o Jornal do Brasil e o Correio do Brasil, “apenas para citar alguns”) e admitindo que as vozes recentes das ruas afirmando que “a Globo apoiou a ditadura” são inquestionáveis.
Mas o que poderia parecer uma autocrítica acaba descambando ao longo do texto do editorial para um exercício cínico de justificação da decisão tomada em 1964 e de ocultamento dos benefícios que a empresa teve por seu apoio aos golpistas. O texto cita um editorial assinado por Roberto Marinho em 1984, que “ressaltava a atitude de Geisel em 13 de outubro de 1978, que extinguiu todos os atos institucionais, o principal deles o AI5, reestabeleceu o habeas corpus e a magistratura (…)”. Logo em seguida, justifica o apoio ao golpe destacando “os avanços econômicos obtidos naqueles vinte anos” e a crença de que o golpe foi “imprescindível para a manutenção da democracia e, depois, para conter a irrupção da guerrilha urbana”. O argumento do editorial, em resumo, é: “à luz da história, olhando 50 anos depois, foi um erro, mas naquele momento foi imprescindível para a manutenção da democracia”.
Nomes de presidentes da ditadura batizam quase mil escolas do Brasil
"Atualmente há no Brasil 976 colégios municipais, estaduais e federais com os nomes dos cinco presidentes do Regime Militar, de 1964 a 1985 (ficaram fora da conta os ministros da junta que chefiou o país de agosto a outubro de 1969). Só o marechal Humberto Castello Branco, que governou de 1964 a 1967, é homenageado em 464 unidades. Ao todo, o país tem 3.135 escolas com nomes de ex-presidentes."
Nomes de presidentes da ditadura batizam quase mil escolas do Brasil
Pragmatismo Político - 02/09/2013
Das 3.135 unidades escolares públicas que homenageiam ex-dirigentes da República, 976 pertencem aos cinco generais que comandaram o regime militar
Na Escola Municipal Presidente Médici, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, boa parte dos alunos tem pouco a dizer sobre o general que governou o país de 1969 a 1974. “Minha vó falou que ele era um sanguinário”, conta uma aluna do 8º ano. “O professor de Geografia disse que ele não era uma boa pessoa”, afirma uma colega de sala, de 14 anos, quando perguntada sobre o gaúcho ditador, responsável pelo período de maior recrudescimento à liberdade de expressão na ditadura militar brasileira.
Leia também
Dentro da unidade, porém, há um mural com fotos do homenageado e, segundo professores, o nome do colégio é usado para abordar o assunto em sala.
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| Brasil tem quase mil escolas com nomes de presidentes da ditadura militar (Reprodução) |
Das 3.135 unidades escolares públicas que homenageiam ex-dirigentes da República, 976 pertencem aos cinco generais que comandaram o regime militar
Na Escola Municipal Presidente Médici, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, boa parte dos alunos tem pouco a dizer sobre o general que governou o país de 1969 a 1974. “Minha vó falou que ele era um sanguinário”, conta uma aluna do 8º ano. “O professor de Geografia disse que ele não era uma boa pessoa”, afirma uma colega de sala, de 14 anos, quando perguntada sobre o gaúcho ditador, responsável pelo período de maior recrudescimento à liberdade de expressão na ditadura militar brasileira.
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Dentro da unidade, porém, há um mural com fotos do homenageado e, segundo professores, o nome do colégio é usado para abordar o assunto em sala.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Mais médicos, menos manipulação. Apressado, Estadão em seu editorial de 01/09, embarca na mentira da Folha de SP de 30/08: “Prefeitos demitirão médicos locais para receber os de Dilma”
"A reação destemperada das entidades médicas contra o programa que importa profissionais de outros países não tem justificativa, mas pode ser explicada pelo excesso de zelo na defesa dos interesses corporativos. Mas, quais seriam as razões pelas quais dois dos mais importantes jornais do país se prestariam a publicar e comentar invenções como essa? "
Programa Mais Médicos. Mais médicos, menos manipulação
Observatório da Imprensa. Por Luciano Martins Costa em 02/09/2013 na edição 761
Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 2/9/2013
Em editorial publicado no domingo (1/9), o Estado de S. Paulo acusa o governo federal de ter agido com muita sofreguidão e pouco planejamento ao colocar em prática o programa Mais Médicos. Há, de fato, algumas evidências de que a implantação do programa exige explicações adicionais em pleno curso, principalmente em função das reações negativas estimuladas por dirigentes de entidades de classe. No entanto, não se pode dizer que uma iniciativa que vem sendo discutida há mais de um ano e meio, com participação de representantes das entidades do setor, seja resultado de improviso.
Apressado, mesmo, foi o editorial do Estado, escrito em cima de uma notícia publicada pela Folha de S.Paulo na sexta-feira (30/8), e desmentida no mesmo dia pelo UOL, portal da própria Folha.
"A manipulação se torna ainda mais canhestra quando se observa que, segundo o próprio UOL, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, havia esclarecido, no dia 14 de agosto, em audiência na Câmara dos Deputados, que os municípios não poderiam trocar médicos próprios pelos profissionais pagos pelo programa federal (ver aqui)."
"Quando fundamenta seu editorial de domingo numa mentira, o jornal mais tradicional do país atenta contra sua própria credibilidade, mas causa outros males ainda mais graves, como o estímulo a atitudes preconceituosas pelo Brasil afora contra os médicos estrangeiros."
Programa Mais Médicos. Mais médicos, menos manipulação
Observatório da Imprensa. Por Luciano Martins Costa em 02/09/2013 na edição 761
Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 2/9/2013
Em editorial publicado no domingo (1/9), o Estado de S. Paulo acusa o governo federal de ter agido com muita sofreguidão e pouco planejamento ao colocar em prática o programa Mais Médicos. Há, de fato, algumas evidências de que a implantação do programa exige explicações adicionais em pleno curso, principalmente em função das reações negativas estimuladas por dirigentes de entidades de classe. No entanto, não se pode dizer que uma iniciativa que vem sendo discutida há mais de um ano e meio, com participação de representantes das entidades do setor, seja resultado de improviso.
Apressado, mesmo, foi o editorial do Estado, escrito em cima de uma notícia publicada pela Folha de S.Paulo na sexta-feira (30/8), e desmentida no mesmo dia pelo UOL, portal da própria Folha.
domingo, 1 de setembro de 2013
Brasil, negócio da China. Magnata chinês: só idiota não investe no Brasil
Magnata chinês: só idiota não investe no Brasil
247 - 31 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 19:30
O empresário chinês Yin Mingshan, dono da montadora Lifan, uma das maiores da China, falou sobre seus planos no Brasil e deu um recado que é uma mensagem aos pessimistas de plantão: "O mercado brasileiro é enorme"
247 - O empresário chinês Yin Mingshan, dono da montadora Lifan, uma das maiores da China, falou sobre seus planos no Brasil e deu um recado que é uma mensagem aos pessimistas de plantão: "O mercado brasileiro é enorme". Confira trechos do seu depoimento à jornalista Sueli Osório, da Folha:
Mercado brasileiro
247 - 31 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 19:30
O empresário chinês Yin Mingshan, dono da montadora Lifan, uma das maiores da China, falou sobre seus planos no Brasil e deu um recado que é uma mensagem aos pessimistas de plantão: "O mercado brasileiro é enorme"
247 - O empresário chinês Yin Mingshan, dono da montadora Lifan, uma das maiores da China, falou sobre seus planos no Brasil e deu um recado que é uma mensagem aos pessimistas de plantão: "O mercado brasileiro é enorme". Confira trechos do seu depoimento à jornalista Sueli Osório, da Folha:
Mercado brasileiro
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