sexta-feira, 26 de julho de 2013

Paulo Moreira Leite. O desemprego subiu de 5,8% para 6%. O tom preocupado, quase alarmante dos senhores que em espírito vestem fraque e cartola de banqueiros da belle époque.

"O confronto que se aproxima envolve aspectos objetivos e subjetivos e todos sabem que eles se alimentam mutuamente. Cada número desfavorável será ampliado e exagerado. Cada número positivo será escondido, amenizado. Empenhados em auxiliar uma oposição "fraquinha", não é preciso esperar uma visão isenta nem equilibrada da maioria dos meios de comunicação. Se já era ruim quando o país crescia a 7,5%, imagine agora.
Já li quem dissesse que os 6%, ainda um dos menores índices de desemprego do mundo e da história do Brasil, são a prova definitiva da desagregação da política econômica."

"Os 6% obrigam, no entanto, a falar de uma certa hipocrisia. Foi em abril, sob uma pressão violentíssima da turma de fraque & cartola, que o Banco Central cedeu e modificou a taxa de juros – este sim, um sinal poderoso e de efeitos materiais bem conhecidos sobre o conjunto da economia."

Hipocrisia de fraque & cartola
Paulo Moreira Leite - ISTOÉ 

Apenas a hipocrisia de grandes senhores - esses que em espírito vestem fraque e cartola de banqueiros da belle époque -- justifica o tom preocupado, quase alarmante, com a alta do desemprego anunciada ontem.

O desemprego subiu para 6%, contra 5,8% em maio. Milhares de pessoas não conseguiram o trabalho que procuravam e isso não é bom para ninguém.

A rigor, contudo, não é um patamar alto, ainda que seja uma raridade. Só em 2002, quando o Brasil era governado por Fernando Henrique Cardoso, o país teve um desemprego maior do que 6% em junho.

A preocupação sobre os 6% se justifica por uma pergunta: este número aponta para uma tendência de novas altas no futuro?

Impossível saber agora.

A leitura da maioria de nossos observadores sugere impressões falsas sobre o comportamento da economia.

Dá a impressão de que possíveis altas do desemprego, com queda do salário e a reversão de um ambiente espantosamente saudável quando se olha para o mundo lá fora, inevitavelmente estão a caminho.

Isso porque o país estaria condenado, por leis da natureza ou castigos divinos, por ter se recusado a cumprir o ABC do pensamento monetarista. Claro que não é assim.

Lições de manipulação de nossa mídia "isenta" e "apartidária": UOL noticia o índice de aprovação de Alckmin na pesquisa CNI/Ibope e esconde sua taxa de rejeição, o oposto que faz com Dilma. Atenção também para as fotos

Paulo Jonas de Lima Piva - Blog O Pensador da Aldeia - 25/07/2013 

"Governo Alckmin é aprovado por 26%, afirma CNI/Ibope", noticiou neste dia 25 o site UOL. Por outro lado, também neste dia, o mesmo site, que é do grupo Folha, publicou a seguinte manchete sobre Dilma: "Avaliação negativa de Dilma vai a 49% e supera positiva, diz CNI/Ibope".

Ou seja, para o tucano Alckmin, eufemismos, maquiagens, a blindagem pelo positivo; já para a petista Dilma o negativo, o rebaixamento pela ênfase no pior.

O site UOL consegue ser mais sórdido e asqueroso ainda na escolha das fotos. Vejam.

A foto na reportagem sobre a popularidade de Dilma:

Presidente Dilma Rousseff fala durante o encontro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no último dia 17

A foto na notícia sobre a popularidade de Alckmin:

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) durante anúncio de lançamento da consulta pública para o edital da PPP que prevê a construção de novo metrô

A popularidade de Alckmin ainda não é menor porque a grande mídia - a UOL, por exemplo - esconde da opinião pública escândalos do PSDB como o da corrupção do metrô e tira da pauta do noticiário a responsabilidade do governador quando os assuntos são o descaso da educação pública em São Paulo, a falta de transporte e a criminalidade descontrolada

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Leia também: O golpe contra Dilma: como derrubar um governo com altos índices de aprovação popular usando a massa de manobra das redes sociais e levá-lo sangrando para as eleições de 2014

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cresce a disputa para ser o melhor homem bom infiltrado no ministério de Dilma

25 de julho de 2013
By Professor Hariovaldo



Convertidos à causa do homens bons, ministros da búlgara usurpadora seguem disputando entre-si qual é o melhor bendito fruto em meio a seara do governo comunista. Para muitos, considerado hors concurs no quesito, o ministro José Eduardo Cardozo viu surgir diante de si um poderoso adversário, que firmemente alinhado com a imprensa livre e imparcial do país, a qual de maneira isenta luta tenazmente para derrubar o desgoverno Dilma, Paulo Bernado, homem boníssimo ao qual foi oferecido a honra de figurar nas páginas amarelas do semanário mais combativo do parvo apedeuta, ex-usurpador de Garanhuns. No entanto, os dois foram ultrapassados, ainda que por margem mínima, pelo grandioso Aloizio Mercadante, que enviou generosa missiva aos líderes do diário dos homens bons, louvando o patrono da instituição, como grande democrata que foi, baluarte da ditabranda, um dos articulistas do combate ao comunismo e da ascensão do sapo barbudo ao poder.

Pelo que estamos vendo, o páreo é duro, mas os candidatos são bons, e se esforçam cada vez mais para serem merecedores de todos os louros dos homens de bem, mostrando que ainda há esperança, mesmo no antro marxista, pois aqueles que são do bem cada dia se revelam mais, postando-se ao lado dos homens bons nessa ferrenha luta pela derrocada da ditadura Lullodilmista. Alvíssaras!

Vítimas de abusos sexuais pedem a Papa Francisco que João Paulo II não seja canonizado. Grupo quer que processo de canonização só seja feito após investigações de acusações de pedofilia na Igreja Católica

Link da imagem. João Paulo II pode ser o primeiro
 santo canonizado por Francisco
Vítimas de abusos sexuais pedem a Papa Francisco que João Paulo II não seja canonizado
Opera mundi - 25/07/2013 - 09h52

Grupo quer que processo de canonização só seja feito após investigações de acusações de pedofilia na Igreja Católica

Organizações ligadas às vítimas de abusos sexuais no México apelaram ao Papa Francisco que vete o processo de canonização de João Paulo II. O grupo pede que o ex-pontífice polonês não seja considerado santo até o fim das investigações de pedofilia que o Comitê de Direitos Humanos da ONU faz ao Vaticano.

Um grupo de ativistas e acadêmicos mexicanos, inclusive, lançou uma campanha internacional contra a canonização de Karol Wojtyla com o argumento que ele encobriu casos de pedofilia e pederastia na sua época de pontífice.

Segundo informações da Agência Ansa, os ativistas afirmam que o papa Francisco deveria rever o processo de canonização até que a ONU (Organização das Nações Unidas) conclua se a Igreja Católica, como entidade, teve participação ou não nos processos de abusos contra crianças e adolescentes.

“O Pontificado de João Paulo II ficou marcado por uma crise provocada pelos milhares de casos de abusos sexuais de sacerdotes contra crianças”, disse o ex-padre Alberto Athié, um dos maiores opositores à ordem Legionários de Cristo.

Será o Papa um Feliciano com muito mais poder e com apoio da Globo? Homofobia, machismo, apego ao dinheiro, religião interferindo no Estado. Os motivos que inspiram o “Fora Feliciano” se aplicam ao papa. Com o agravante de que ele é bem mais poderoso

"(...)a maior TV do país (bem como quase todos os outros veículos de imprensa) ajoelha-se ao mandatário da tv católica. E não acredito ser esta uma decisão baseada somente pela audiência. A missa de domingo está na grade da Globo há décadas --atualmente é celebrada ao vivo pelo Padre Marcelo. E a emissora, apenas recentemente, de olho na perda de audiência e de dinheiro, começou um flerte institucional com os evangélicos, inaugurado com o festival de músicas gospel Promessas."

"A igreja católica sempre tratou a mulher de forma diferenciada. A começar pelo fato de que elas não podem ser ordenadas. Aos homens (padres) cabe orientar os fiéis, ditar os rumos da igreja e do mundo. Às freiras cabem tarefas como cuidar dos enfermos e necessitados e, por exemplo, cozinhar, lavar e passar para o “homem simples de fala mansa” que está entre nós."

"O amplo uso de estruturas e verbas públicas durante a visita de Francisco; o mesmo lobby para isenções fiscais e outras benesses financeiras; a mesma submissão dos governantes (de Dilma ao vereador de Pindamonhangaba). Mais: há crucifixos em repartições públicas (desrespeitando os evangélicos, inclusive) e mensagens religiosas nas notas de dinheiro, que são um símbolo nacional. E por aí vai."

Papa é um Feliciano com muito mais poder e o apoio da Globo

Homofobia, machismo, apego ao dinheiro, religião interferindo no Estado. Os motivos que inspiram o “Fora Feliciano” se aplicam ao papa. Com o agravante de que ele é bem mais poderoso
Carta Capital por Lino Bocchini — publicado 23/07/2013 14:49, última modificação 23/07/2013 16:34

globo papa.jpg
No Jornal Nacional, fiel chora de emoção ajoelhada diante do microfone da Globo
Os evangélicos estão sendo injustiçados. O tsunami de críticas que atingiu Marco Feliciano, Silas Malafaia e demais líderes evangélicos fundamentalistas se aplica ao papa Francisco e à Igreja Católica. Explico: as mesmas bandeiras conservadoras levantadas pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos do Congresso estão no centro da atuação da igreja católica há séculos. E o argentino Mario Bergoglio, agora chamado de Francisco, comunga destes ideais e não se mostra disposto a alterá-los. Pelo contrário.
Vamos por partes:
Primeiro, a homofobia

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Emprego: um semestre de Dilma é melhor que oito anos de FHC

"Ao todo o governo Dilma, segundo dados do Caged, criou 4.428.220 empregos. Se compararmos com o terceiro ano do primeiro governo Lula, foram criados, de janeiro de 2003 até maio de 2006, 4.191.033. O número de empregos criados até maio de 2006 eram mais de cinco vezes maior que o registrado nos oito anos do governo anterior. E adivinhem quem era o presidente!

O saldo real dos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) ficou em 770.936. Portanto, abaixo do semestre de 2013 de Dilma que gerou mais de 800 mil."

Emprego: um semestre de Dilma é melhor que oito anos de FHC
Cadu Amaral - 24/07/2013

Existem diversos problemas no Brasil. A cada problema que se resolve, outros surgem. Isso faz parte da dialética da vida real. As demandas surgem a partir das situações concretas. De dez, onze anos para trás, a grande pauta reivindicatória era o emprego. A questão da qualidade e das garantias por vezes eram secundarizadas. Afinal, não se tinha nem emprego, então como cobrar qualidade e direitos? A partir de 2003 essa lógica começou a mudar.

Com uma política econômica de viés desenvolvimentista, o gráfico do desemprego caiu consideravelmente na última década. Para o desespero da direita, da grande mídia, dos especuladores e dos “mamãe eu sou reaça” em geral, no governo Dilma atingimos o chamado pleno emprego. Claro que pleno emprego nos marcos do capitalismo. Nossa taxa de desemprego gira em torno dos 5%.

Os últimos dados revelados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) doMinistério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram uma elevação da taxa de emprego, para o ambiente de crise do capital, especialmente na Europa, excepcional. De maio para junho foram criados 123.836 empregos formais, com carteira assinada. Aumento de 0,31%. A soma do primeiro semestre de 2013 é de 826.168. E nos últimos 12 meses 1.016.432.

ONU solta comunicado atestando a coerência do Programa Mais Médicos.

"Segundo a OPAS/OMS, essas últimas medidas guardam coerência com resoluções e recomendações da Organização sobre cobertura universal em saúde, fortalecimento da atenção básica e primária no setor saúde equidade na atenção à saúde da população. O Programa também está direcionado a construir uma maior equidade nos benefícios que toda a população recebe do Sistema Único de Saúde (SUS)"

ONU solta comunicado atestando a coerência do Programa Mais Médicos
Jornal GGN - 23/07/2013 - 14:31 - Atualizado em 23/07/2013 - 14:34

Segundo comunicado da Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), no Brasil, o Programa Mais Médicos, do governo federal, está em conformidade com as recomendações da organização em questões de saúde para a população. No texto, a informação de que a OPAS/OMS acompanha os debates e “vê com entusiasmo o recente pronunciamento do governo brasileiro sobre o Programa ‘Mais Médicos’”, lembrando que a média nacional de médico/habitantes é muito abaixo do ideal. O comunicado termina com a afirmação de que “em longo prazo, a prática dos graduandos em medicina, por dois anos no sistema público de saúde, deve garantir, juntamente com o crescimento do sistema e outras medidas, maior equidade no SUS”.

Leia abaixo o comunicado da ONU

Programa Mais Médicos é coerente com recomendações da Organização Pan-Americana da Saúde
23 de julho de 2013

A Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil informou que está acompanhando do debates nacionais sobre como fortalecer a atenção básica e primária de saúde no Brasil. A OPAS/OMS vem trabalhando com atores nacionais para dar seus aportes e vê com entusiasmo o recente pronunciamento do Governo brasileiro sobre o Programa “Mais Médicos”.

Segundo a OPAS/OMS, essas últimas medidas guardam coerência com resoluções e recomendações da Organização sobre cobertura universal em saúde, fortalecimento da atenção básica e primária no setor saúde equidade na atenção à saúde da população. O Programa também está direcionado a construir uma maior equidade nos benefícios que toda a população recebe do Sistema Único de Saúde (SUS).

sábado, 29 de junho de 2013

Bomba! Dilma, em novo pronunciamento, decide cortar TODOS os gastos com PROPAGANDA ESTATAL FEDERAL. Pelo menos R$ 1,126 bilhão anual de economia. Conclama governadores e prefeitos a fazer o mesmo.

Pronunciamento da Presidenta da República Dilma Vana Rousseff .

Minhas amigas e meus amigos.

Venho aqui hoje interromper seu entretenimento noturno para anunciar mais um pacto.

Como vocês bem sabem, desde meu último pronunciamento e a reunião que tive com prefeitos e governadores, lancei alguns pactos: anticorrupção, por reforma política, responsabilidade fiscal, pela saúde, no transporte público, na educação pública.

Disse e repito: 
“Temos de fazer um esforço para que o cidadão tenha mecanismos de controle mais abrangentes sobre os seus representantes. Precisamos muito, mas muito mesmo, de formas mais eficazes de combate à corrupção. A Lei de Acesso à Informação, sancionada no meu governo, deve ser ampliada para todos poderes da república e instâncias federativas”
Pois bem, precisamos continuar avançando e lanço agora o pacto da Propaganda Estatal Zero. 

Assim, o Governo Federal não gastará mais nenhum centavo com propaganda estatal. 

Ordenei à Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República) que interrompa imediatamente anúncios sob nossa responsabilidade. 

Eventuais campanhas informativas nas áreas de saúde e segurança, por exemplo, serão usadas nossas concessões públicas - as TV e rádios. Euzinha virei aqui anunciá-las, se preciso for, interrompendo seu entretenimento noturno: Jornal Nacional ou a "novela-das-oito".  

Aproveitando o momento e gostaria de falar de Dengue - um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Você aí que está jogando playstation 4 enquanto sua Presidenta fala, sabia que até 80 % dos focos de dengue estão dentro de casa? Que de janeiro a abril deste ano o Brasil teve 204.650 casos da doença? Nem preciso dizer mais nada, né!?  

Também virei aqui para combater campanhas de desinformação, como já fiz em outros pronunciamentos em razão de distorção e manipulação  por certos jornalistas e veículos, como foi no caso do iminente "apagão energético" , redução da tarifa de energia elétrica, desoneração da cesta básica, e suposta tolerância do meu governo com a inflação.

Para que vocês tenham uma ideia da economia que faremos, de 2000 a 2012 foram gastos R$ 10,72 bilhões com propaganda em emissoras de TV, para veicular publicidade estatal federal – tanto da administração direta como indireta, conforme tabela no canto direito da telinha.

Clique na imagem  para ampliar os gastos

Somente a TV Globo recebeu R$ 5,9 bilhões 

Somente em 2012 foram gastos R$ 1,126 bilhão.

Todo esse valor será a partir de agora direcionado à saúde. 
PADILHA!! Pode chamar os 6.000 mil médicos cubanos que eu garanto!