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sábado, 2 de janeiro de 2016

Dez coisas que ajudariam o Brasil em 2016 - "2. O senador Aécio Neves fazer um curso supletivo de humildade, talvez de humanidade, com a Miss Colômbia, que admitiu a derrota depois de ter sido anunciada vencedora, e sair para o abraço - de vencedora, claro, a presidenta Dilma. Mas enfim, isto é difícil. Afinal, quem nasceu pra Aécio Neves nunca chega a Miss Colômbia."

Dez coisas que ajudariam o Brasil em 2016

Seria muito útil ao país que certas figuras e instituições ao menos deixassem de atrapalhar, como tanto fizeram no ano que se foi

Flavio Aguiar - Blogue do Velho Mundo - Rede Brasil Atual -  01/01/2016 


1. Um certo ex-presidente fazer um curso de História do Brasil, e chegar à conclusão que quem nasceu pra fazer ponta em filme alheio jamais chegará a Pedro II, Getulio Vargas, muito menos a Luis Inacio Lula da Silva. Poderia dizer depois, "como é para a felicidade de todos e o bem estar geral da nação, digam ao povo que fico onde estou, na galeria dos personagens à espera de um Oscar de coadjuvante. Ah sim, e que desisto do golpe".

2. O senador Aécio Neves fazer um curso supletivo de humildade, talvez de humanidade, com a Miss Colômbia, que admitiu a derrota depois de ter sido anunciada vencedora, e sair para o abraço - de vencedora, claro, a presidenta Dilma. Mas enfim, isto é difícil. Afinal, quem nasceu pra Aécio Neves nunca chega a Miss Colômbia.

3. O governador Geraldo Alckmin se matricular numa escola pública, das que quis fechar, em qualquer grau, e conviver com os estudantes que mandou reprimir. Sem medo de ser feliz.

4. A presidenta Dilma Rousseff fazer um curso rápido de comunicação na ECA/USP e se convencer que sim, ela tem um projeto próprio, que é dotar o país de uma infra condizente com seu papel mundial e regional, e se dispor a explicar isto pra população, sobrevoando sobre os panelaços que, aliás, não têm o menor sentido. E tem também a falta de comunicação dela e de sua equipe, que também não tem o menor sentido.

5. O deputado Cunha, mais as bancadas da bala, da bíblia e a rural, tomarem uma caravela e partirem com passagem só de ida para algum outro mundo. O universo é vasto e acolhedor. Para todos, um outro mundo é possível. Até pra eles.

6. O vice-presidente Michel Temer ler alguma biografia de outro vice, Café Filho, que aliás, entrou na chapa com Getulio em 1950 pela esquerda, traiu o titular, foi pra direita e entrou para a história como um zero à esquerda. Um? Talvez dois. Se continuar a escrever cartas lamuriosas, Temer arrisca três.

7. O senador José Serra viajar para Brno, na Transilvânia, fechar-se no castelo do Drácula, e permanecer lá num sarcófago cinco estrelas, patrocinado por quem o patrocinou. A abrir em um século e ver o que resta. Chevron na veia.

8. O senador Álvaro Dias (ainda no PSDB) desistir de se candidatar à presidência pelo PV, PSB, ou outra sigla, e se candidatar a lider do coro gregoriano do Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Voz ele tem. O canto pode lhe dar conteúdo.

9. A velha mídia brasileira quebrar. Quero dizer, financeiramente. A espinha ela já quebrou. A sua e a dos seus arautos. Bom, quebrada já está. Depende dos favores governamentais e das suas próprias pedaladas nas manchetes.

10. O PSTU se converter ao Hare Krishna, deixar sua pregação a favor do fora Dilma, FHC, FMI, PT, PCO, PCdoB, Evo Morales, Rafael Correa etc. etc., o que seria um bom exemplo para toda a extrema-esquerda, além de ser uma garantia de bom posicionamento na próxima encarnação.

A ver.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Serra ataca novamente: golpe fiscal na democracia brasileira.

Serra ataca novamente!

Por César Locatelli, especial para os Jornalistas Livres - 21/10/2015

Tramita no Senado um Projeto de Resolução que pode levar o país a anos de recessão. O relator, senador José Serra (PSDB-SP), propõe uma redução na dívida pública que pode prolongar a crise econômica por vários anos. O projeto implica enorme redução na capacidade do poder executivo de ajudar a economia a voltar crescer, de fazer investimentos e de continuar os programas para a redução das desigualdades sociais. É imperativo que tenhamos uma ampla discussão e participação do Executivo para uma mudança desse porte. Várias personalidades lançaram um abaixo-assinado com um manifesto: Contra o golpe fiscal na democracia brasileira.

“Como não conseguimos chegar ao poder pelo voto popular, temos de reduzir o poder da presidência.” Esse parece ser o mote de certos personagens de nossa cena política que, de modo similar aos vilões de contos de aventura, passam o tempo a entabular modos “heterodoxos” de vencer. No formato mais espalhafatoso estão tentativas de incriminar e impedir a presidenta; no formato mais dissimulado estão mudanças nas leis para manietá-la. O senador paulista José Serra relata um Projeto de Resolução do Senado que pode ser classificado nesse segundo caso e que, se aprovado, limitará fortemente a ação dos presidentes da República, atual e próximos.


O atual Projeto de Resolução do Senado começou em 2000, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso encaminhou ao Senado uma proposta para se estabelecer limites para a dívida consolidada da União, Estados e Municípios. A parte relativa à União não foi apreciada e, portanto, foi arquivada. No início desse ano, o senador paulista solicitou o desarquivamento do projeto e tornou-se seu relator na Comissão de Assuntos Econômicos. Trata-se do Projeto de Resolução do Senado de número 84/2007.

Antes de continuar, precisamos entender três conceitos técnicos usados na contas públicas.

sábado, 5 de outubro de 2013

25 anos da Carta Magna. Quem foi Quem na Constituinte de 1988 nas questões de interesse do trabalhadores. DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) deu nota de 0 a 10 aos parlamentares.

Quem foi Quem na Constituinte - nas questões de interesse do trabalhadores - 1988

Fonte: DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar

A publicação registra a atuação de cada um dos 573 parlamentares durante o processo de elaboração da Constituição de 1988. Aos parlamentares foram atribuídas notas de zero a dez. As questões fundantes para essa avaliação concentraram-se nas votações de projetos com os seguintes temas: sistema de governo, soberania da economia nacional, democracia participativa, organização sindical, liberdades democráticas, reforma agrária e, sobretudo, direitos sociais dos trabalhadores.

Quem foi Quem na Constituinte - nas questões de interesse do trabalhadores - São Paulo

10,00: LULA
10,00: Jose Genoíno
10,00: Luiz Gushiken
7,00: Geraldo Alckimin
6,25: Mário Covas
5,00: FHC
3,75: José Serra
2,25: Michel Temer

Quem foi Quem na Constituinte - nas questões de interesse do trabalhadores - Minas Gerais

9,00: Itamar Franco
5,00: Aécio Neves

Eleições 2010: compare como votaram Lula, FHC e Serra na Constituinte
DIAP - 13/10/2010

Os tucanos ficam literalmente apopléticos quando se faz comparações entre as gestões de Lula e FHC. Partem para o ataque, apelam, justificam e se irritam quando o debate sucessório segue esse script.

Em política, com todo o desgaste que o processo político-eleitoral sofre entre a população e os eleitores, as propostas dos candidatos, as plataformas - que por razões óbvias não tem como ser detalhadas nos programas do horário eleitoral e nos debates - são parecidas.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Senador boliviano reforçará time dos homens bons para 2014

28 de agosto de 2013
By Professor Hariovaldo
Para fazer frente a coalizão comunista sulamericana, os homens bons do Brasil resolveram em boa hora importar um representante de los hombres buenos bolivianos para juntos, sob comando da CIA, combaterem a semente marxista, tal qual fizeram com Che Guevara.

A diretora de operações contra o comunismo, indicada pela agência, a embaixadora Liliana Ayalde, já conta com uma extensa colaboração dos homens de bem, e movimenta as peças no tabuleiro com maestria, visando encerrar definitivamente a aventura bolchevista na América Latina, retomando os bons tempos das Banana Republics, onde a ordem e o progresso imperava.

Os bons tempos estão voltando
Dentre os locals, saudosos de voltarem à ativa, FHC e Serra já relembram os velhos tempo e jubilosos esperam a retomada do bons governos na região, com o surgimento de novos Menéns e Fujimoris, sem falar de Salinas. Glad tidings

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Eleições 2014. “Prévias são uma armadilha de Aécio para Serra”, diz cientista político. Segundo Celso Roma, o senador mineiro quer forçar a disputa antes da possibilidade de o ex-governador paulista mudar de legenda

“Prévias são uma armadilha de Aécio para Serra”, diz cientista político 
CartaCapital - por Matheus Pichonelli — publicado 22/08/2013 08:33, última modificação 22/08/2013 09:52

Segundo Celso Roma, o senador mineiro quer forçar a disputa antes da possibilidade de o ex-governador paulista mudar de legenda

José Serra, candidato duas vezes derrotado à Presidência pelo PSDB, já anunciou: será candidato novamente em 2014. A um ano do início oficial da campanha, a declaração atiçou o ninho tucano no momento em que a construção da candidatura do senador mineiro Aécio Neves, atual presidente da legenda, parecia pavimentada.

Após a declaração, Aécio passou a defender publicamente a realização de prévias para ungir o candidato tucano. Serra, ao menos publicamente, disse topar o desafio. E fez um adendo: quer condições iguais para a disputa.

O acirramento da disputa deixou a candidatura em aberto a um ano da eleição. E deixou clara a possibilidade de o PSDB caminhar mais uma vez rachado para a disputa. “É uma sinuca de bico para José Serra”, afirma o cientista político Celso Roma, especialista em partidos políticos. “Se Serra aceitar prévias após o dia 5 de outubro, Aécio tem chance de vencê-lo e eliminar um concorrente do mesmo campo político, visto que não haverá tempo para Serra obter a candidatura por outro partido, como o PPS. Se aceitar prévias somente antes de 5 de outubro, Serra perderá credibilidade entre os próprios filiados do PSDB. Não há condições de o PSDB realizar prévias fora do prazo.”

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Saul Leblon. Mídia e metrô tucano: como servir a Deus sem trair o Diabo?

"Como servir a Deus sem trair o Diabo?
Foi o que tentou a Folha nesse caso.
De um lado, mitigar a cumplicidade pública entre ela e Serra.
De outro, ao comprometer o tucano, faze-lo de forma tão frívola, que levou o jornal a omitir até mesmo reportagens anteriores de sua própria lavra, que endossariam a denúncia da Siemens.
Em 26 de outubro de 2010, a Folha revelou que seis meses antes da licitação dos lotes 3 e 8 da linha 5 (Lilás) do metrô, sua reportagem já tivera acesso aos nomes dos vencedores das obras.
A Folha registrou então as empresas vencedores em vídeo e em cartório nos dias 20 e 23 de abril de 2010. (Leia a cópia da reportagem da Folha ao final dessa nota)
Se isso não é uma corroboração forte de práticas sistêmicas de conluio, corrupção e cartel no governo Serra, o que mais seria então?
Por que a Folha menosprezou esses antecedentes?"

Mídia e metrô tucano: como servir a Deus sem trair o Diabo?
Saul Leblon - Carta Maior - 11/08/2013

Nunca a sorte política do PSDB – seus caciques e derivados— dependeu tanto da indulgência da mídia conservadora como agora.

E nunca, como agora, esse centurião de todas as horas esteve tão frágil para ajudá-los.

A sobrevivência mesmo esfarrapada do PSDB depende dramaticamente da decisão em torno da qual orbitam há dias os proprietários, editorialistas, colunistas, pauteiros e mancheteiros do dispositivo midiático conservador.

Aliviar ou não para um PSDB mergulhado até o nariz no conluio com oligopólios e corrupção no caso das licitações para compra de vagões do metrô, em São Paulo?

A hesitação no ar é tão densa que dá para cortar com uma faca.

Jorros de ambiguidade escorrem dos veículos impressos no café da manhã.

Num dia, como na 4ª feira passada, a Folha escondeu o escândalo retirando-o da 1ª página.

Mas encontrou espaço para estampar ali outra ‘grave denúncia’: a reforma de calçadas no centro de São Paulo não tem plano equivalente para as periferias.

Na edição seguinte, porém, o jornal dos Frias precipitou a publicação de um indício de envolvimento direto de José Serra com o cartel, em 2008.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Ministerio Publico investigará executivo que mentiu que Serra conversou com fraudadores

8 de agosto de 2013
By Professor Hariovaldo

Serra não teme as informações absurdas e infundadas
A mentira tem pernas curtas. De nada adiantará os comunas maldosos tentarem envolver Serra em um assunto que ele não tem nada a ver, não lograrão êxito na tramóia. Trata-se de uma informação absurda, fornecida por parte de pessoas mal intencionadas, daqui à pouco vão dizer que ele recebeu quantias do esquema e para comprovar depositarão altas somas de dinheiro em suas contas no exterior, dizendo ser propina, um verdadeiro acinte. É melhor Serra auditar duas contas externas para verificar se já não fizeram isso no passado para comprometê-lo no futuro, numa ação maléfica e falseada, que todo homem de bem sabe que o grande Almirante do Tietê jamais agiria assim ou faria qualquer coisa contra a lei.

Serra está de olho vivo em quem espalha mentiras sobre ele
Se José Serra fez alguma coisa nesse caso, foi para tentar preservar a lisura e a integridade do processo licitatório, supervisionando o sistema e impedindo que os petistas e o mensaleiros tentassem tirar proveito da situação. Não nos causará surpresas se após as investigações de praxe, restar condenado J. Dirceu e sua turma pelas fraudes e tentativas de encobrirem suas culpas lançando falsos testemunhos contra pessoas impolutas e ilibadas.

É preciso que se investigue também e se puna duramente aqueles que divulgam notícias e versões contrárias às apresentadas por Serra na grande mídia isenta do país, para que a internet e as redes sociais não virem canais para a propagação de mentiras e inverdades contra um dos maiores representantes dos homens bons que esse país já teve. Bastam de calúnias!