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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Eduardo Guimarães. Popularidade de Dilma deverá se recuperar no segundo semestre

"Quem esperava um desemprego maior no futuro próximo vai ver que isso não ocorreu. Quem esperava um surto inflacionário, idem.
Não parece absurdo, portanto, prever que Dilma possa começar a recuperar popularidade nos próximos meses. A frustração das previsões alarmistas, por si só, deve mostrar aos que acreditaram na mídia que as previsões dela não tinham fundamento."
Popularidade de Dilma deverá se recuperar no segundo semestre
Eduardo Guimarães - Blog da Cidadania - 07/08/2013
Pouco a pouco, os fatos vão tratando de desmontar o terrorismo econômico que começou a ganhar impulso já em janeiro deste ano, quando o noticiário dos grandes meios passou a alardear um iminente racionamento de energia elétrica que garantiram que teria que ser feito.
Durante semanas a fio, a “crise energética” era dada como “certa”. Uma colunista da Folha de São Paulo chegou a anunciar uma “reunião de emergência” em janeiro que teria sido convocada por Dilma devido ao “apagão” que sobreviria. Pouco depois, no entanto, descobriu-se que a reunião em questão estava agendada desde o ano passado…
Nos meses seguintes de 2013, o grande mote do terrorismo econômico foi a inflação. Por fatores sazonais e inclusive por especulação, há alguns meses o tomate virou o grande cavalo-de-batalha do noticiário terrorista sobre economia. Ironicamente, agora o fruto lidera a queda de preços.
Em julho, os preços dos alimentos foram os responsáveis pela queda inflacionária e, assim, mais um item do terrorismo econômico caiu por terra.
Ainda restam outros itens desse tipo de terrorismo para promover sobressalto na sociedade, como é o caso da balança comercial. Além disso, pela reportagem que deu a manchete principal de primeira página da Folha desta quarta-feira, vê-se que o jornal não desistiu da inflação.
Apesar de a matéria reconhecer que “Historicamente, a maioria dos alimentos in natura, como hortaliças e frutas, sobe nos primeiros meses do ano, devido ao excesso de chuvas, e caem na metade, beneficiados pelo clima”, a reportagem em questão opõe o velho cacoete adversativo da grande mídia, o bom e velho “mas”…