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sábado, 24 de janeiro de 2015

Obama apresenta medidas para aprofundar o socialismo na América. Barack quer o corte de impostos para as famílias pobres e de classe média e o aumento de tributação de grandes empresas e dos mais ricos, além do fim do embargo econômico imposto pelos EUA a Cuba desde os anos 60, e o que é pior, ele quer o aumento do salário mínimo americano, pasmem senhores!

Obama apresenta medidas para aprofundar o socialismo na América
Professor Hariovaldo  - 22 de janeiro de 2015

Indo na contramão do mundo pós queda do Muro de Berlim, que luta para se livrar doWelfare State, dos direitos trabalhistas, saúde pública gratuita, taxação da riqueza, e de outras porcarias socialistas, Hussein Obama, já sob influência bolchevista cubana, quercolocar a América definitivamente no caminho do socialismo atroz e anacrônico ao introduzir as medidas rejeitadas pelos homens bons em seu país.


Com a mesma cantilena comunista de Maduro e Morales, Barack quer o corte de impostos para as famílias pobres e de classe média e o aumento de tributação de grandes empresas e dos mais ricos, além do fim do embargo econômico imposto pelos EUA a Cuba desde os anos 60, e o que é pior, ele quer o aumento do salário mínimo americano, pasmem senhores!

Todos nós sabemos que este discurso de combater a desigualdade, além de falso, é mera verborragia comunista, uma vez que é salutar para a sociedade humana que somente os fortes sobrevivam, sendo portanto um processo natural que aqueles que decaiam para a pobreza, falta de recursos, incapacidade de pagar por boa comida e tratamento médico, etc, pereçam para que os bons avancem e não sintam o peso de carregar tais incapacitados.

Assim não dá, assim não pode, sabíamos que a verdadeira face do socialismo moreno quando fosse revelado ao mundo seria feia, mas não tão horrível assim como nos mostra a realidade, estamos afrontados com tamanha audácia bolchevista trazida por esse senhor aí que, definitivamente, não combina com a White House e suas mais legítimas tradições. É lamentável!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O terror, o ocidente, e a semeadura do caos. Estado Islâmico - Foram os EUA e a Europa que geraram e engordaram a cobra que ameaça agora devorar a metade do Oriente Médio, e seus filhotes, que também armam rápidos botes no velho continente.

O TERROR, O "OCIDENTE", E A SEMEADURA DO CAOS.

Mauro Santayana - 19/01/2015


Há alguns dias, terroristas franceses, ligados, aparentemente, à Al Qaeda, atacaram a redação do jornal satírico parisiense Charlie Hebdo, em represália pela publicação de caricaturas sobre o profeta Maomé.

Doze pessoas foram assassinadas, entre elas alguns dos mais famosos cartunistas e intelectuais do país, e dois cidadãos de origem árabe, um deles, estrangeiro, que trabalhava há pouco tempo na publicação, e um membro das forças de segurança que estava nas imediações.

Logo em seguida, houve, também, outro ataque, a um supermercado kosher na periferia de Paris, em que 4 judeus franceses e estrangeiros morreram.

Dias depois, milhões de pessoas, e personalidades de vários países do mundo, se reuniram nas ruas da capital francesa, para protestar contra o atentado, e se manifestar contra o terrorismo e pela liberdade de expressão.

Na mesma primeira quinzena de janeiro, explodiram carros-bomba, e homens-bomba, também ligados a grupos radicais islâmicos, no Líbano (Beirute), na Síria (Aleppo), na Líbia (Benghazi), e no Iraque (Al-Anbar), com dezenas de mortos, em sua maioria civis.

Mas, como sempre, não seria normal esperar que algum destes fatos tivesse a mesma repercussão do atentado em Paris, capital de um país europeu, ou que a alguém ocorresse produzir cartazes e neles escrever Je suis Ahmed, ou Je suis Ali, ou Je suis Malak, Malak Zahwe, a garota brasileira, paranaense, de 17 anos, que morreu na explosão  de um carro-bomba, junto com mais 4 pessoas (20 ficaram feridas), no dia 2 de janeiro, em Beirute.

No entanto, os homens, mulheres e crianças, mortos, todos os dias, no Oriente Médio e no Norte da África, são tão frágeis e preciosos, em sua fugaz condição humana,  quanto os que morreram na França,  e vítimas dos mesmos criminosos, criados pela onda de radicalização e rápida expansão do fundamentalismo islâmico, nos últimos anos.

Raivosas, autoritárias, intempestivas, numerosas vozes se alçaram, em vários países, incluído o Brasil, para gritar – em raciocínio tão ignorante quanto irascível – que o terrorismo não tem que ser “compreendido” e, sim, “combatido”.

Os filósofos e estrategistas chineses ensinam, há séculos, que sem conhecê-los, não é possível vencer os eventuais adversários, nem mudar o mundo.

Além disso, não podemos, por aqui, por mais que muitos queiram emular os países “ocidentais”, em seu ardoroso “norte-americanismo” e “eurocentrismo”, esquecer que existem diferenças históricas, e de política externa, entre o Brasil, os EUA, e países da OTAN como a França. 

Podemos dizer que Somos Charlie, porque defendemos a liberdade e a democracia, e não aceitamos que alguém morra por fazer uma caricatura, do mesmo jeito que não podemos aceitar que uma criança pereça bombardeada pela OTAN no Afeganistão ou na Líbia, ou porque estava de passagem, no momento em que explodiu um carro-bomba, por um posto de controle em Aleppo, na Síria.   

Mas é preciso lembrar que, ao contrário da França, nunca colonizamos países árabes e africanos, não temos o costume de fazer charges sobre deuses alheios em nossos jornais, não jogamos bombas sobre países como a Líbia, não temos bases militares fora do nosso território, não colaboramos com os EUA em sua política de expansão e manutenção de uma certa “ordem” ocidental e imperial, e, talvez, por isso mesmo – graças a sábia e responsável política de Estado, que inclui o princípio constitucional de não intervenção em assuntos de outros países – não sejamos atacados por terroristas em nosso território.

As raízes dos atentados de Paris, e do mergulho do Oriente Médio na maior, e, com certeza, mais profunda  tragédia de sua história, não está no Al Corão ou nas charges contra o Profeta Maomé, embora estas últimas possam ter servido de pretexto para ataques como o que ocorreu em Paris.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Executivos dos EUA ganham 331 vezes mais do que um trabalhador médio. A maior disparidade entre os países do ocidente. Em 1980, antes de o governo de Ronald Reagan (1981-1989), a diferença era de 42 vezes!

Executivos dos EUA ganham 331 vezes mais do que um trabalhador médio
Jim Lobe - IPS - Carta Maior - 18/04/2014

De todos os países do Ocidente, o que registra maior disparidade entre renda hoje em dia é os Estados Unidos, segundo várias medições e levantamentos.

Uma pesquisa divulgada nesta semana pela maior federação sindical dos Estados Unidos conclui que os diretores executivos das principais corporações do país ganharam 331 vezes mais dinheiro do que um trabalhador médio em 2013.

Segundo a base de dados de 2014 da Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO, na sua sigla em inglês), os executivos de 350 empresas do país ganharam em média 11,7 milhões de dólares no ano passado, em comparação com um trabalhador médio, que recebeu 35.293 dólares.

Esses mesmos chefes tiveram, aproximadamente, uma renda 774 vezes maior que os trabalhadores receberam no salário-mínimo federal por hora, 7,25 dólares, pouco mais de 15 mil dólares ao ano, de acordo com a base de dados.

Outra pesquisa das principais 100 corporações norte-americanas divulgada no domingo, 13, pelo New York Times concluiu que os ganhos médios de uma liderança dessas empresas no ano passado foi ainda superior: 13,9 milhões de dólares.

Esse relatório, o Equilar 100 CEO Pay Study, determina que, ao todo, esses altos executivos ganharam 1,5 bilhão de dólares em 2013, ainda mais do que no anterior. Como nos últimos anos, quem teve mais dinheiro foi Lawrence Ellison, diretor-executivo da Oracle: 78,4 milhões de dólares.

Os dois estudos, divulgados enquanto dezenas de milhões de pessoas fizeram sua declaração anual de impostos, colocam lenha no acalorado debate sobre o aumento da desigualdade de renda nos EUA. Esse fenômeno saltou para o primeiro plano com o movimento Occupy Wall Street de 2011.

O presidente Barack Obama a descreveu como “o desafio que define nosso tempo”, enquanto começa a campanha pelas eleições legislativas de meio de mandato. Ele tentou dar uma resposta aumentando o salário-mínimo e aumentando os benefícios por desemprego e o pagamento de horas extras aos trabalhadores federais, entre outras medidas.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Por que os EUA odeiam mais Putin do que os terroristas islâmicos?

Por que os EUA odeiam mais Putin do que os terroristas islâmicos?
William Murray - Via Blog do Julio Severo - 16/03/2014
O senador John McCain fez uma viagem inacreditável a Kiev no começo deste ano, e diante de uma turba que incluía neonazistas, ele pediu a derrubada do governo democraticamente eleito da Ucrânia. Ele não estava só, pois membros do governo de Obama também agiram para substituir o governo eleito daquela nação. Com a ajuda e incentivo das potências ocidentais, o governo eleito da Ucrânia acabou sendo substituído por representantes das turbas.
John McCain com neonazista ucraniano Oleh Tiahnybok
Quem são os ucranianos que derrubaram seu governo democraticamente eleito? Talvez os conservadores americanos devessem dar uma olhada mais de perto nesses novos líderes antes de darem um tapinha de felicitação nas costas do presidente Obama por “derrotar” Putin e “ganhar” a Ucrânia para os EUA.
A CNN nos EUA ficou totalmente em silêncio, mas uma reportagem da CNN fora dos EUA declarou:
“O líder do partido Svoboda (ou ‘Liberdade’), Oleh Tyahnybok, tem declaração gravada em que ele disse que Kiev é governada por ‘uma máfia de judeus russos’ e que os ucranianos corajosamente lutaram contra russos, alemães, judeus ‘e outras escórias’ na 2ª Guerra Mundial.
“Esse eleitorado desagradável, inclusive o movimento Setor Direita (que é ultradireita), ergueu as barricadas nos tumultos de Kiev, fornecendo ‘segurança’ para os principais líderes da oposição política e rivalizando com as forças pró-governo em táticas violentas que levaram a dezenas de mortos em Maidan.
“Essas forças nacionalistas direitistas foram em grande parte responsáveis pelo colapso do acordo assinado em fevereiro que pedia eleições parlamentares e presidenciais bem antes do tempo e uma volta à constituição ucraniana de 2004, a qual lembra a ‘Revolução Laranja’ que levou ao poder na Ucrânia um governo pró-Ocidente.”
Neonazista ucraniano Oleh Tiahnybok

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Terra da hipocrisia. Os fanáticos do Partido Republicano paralisam os EUA. O ponto central da divergência é o projeto do SUS americano, que os republicanos não aceitam e querem que seja adiado por mais um ano.

SUS americano paralisa o país
Carlos Motta - Blog Crônicas do Motta - 01/10/2013

Não dá nem para imaginar o que a turma do contra falaria se o que aconteceu nos Estados Unidos tivesse ocorrido aqui no Brasil.

Haveria gente que a esta hora estaria pedindo pena de morte para a presidente Dilma.
Link da foto. ENZO APICELLA
Mas essa semiparalisação do governo americano, por causa da falta de um acordo do Congresso para a ampliação do teto da dívida do governo, para US$ 16,7 trilhões, mostra a que ponto chega uma oposição formada por fanáticos, como essa do Partido Republicano: o ponto central da divergência é o projeto do SUS americano, que os republicanos não aceitam e querem que seja adiado por mais um ano.

O fato é que o presidente Barack Obama perdeu muito tempo pensando nos negócios dos Estados Unidos no mundo, como na maneira de derrubar o colega sírio Bashar Al Assad, que se esqueceu que tem, primeiro, de cuidar de sua casa.

O resultado é esse: uma crise monstruosa, que não tem data para terminar e pode ter resultados catastróficos para a economia interna, com reflexos evidentes para a de outros países.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Adivinhe quem não vem para jantar? Gol de Placa de Dilma ao Adiar Ida aos EUA. Como o "bolo" de Dilma foi tratado pela mídia mundial e local.

"Interessante colher a repercussão local, a mídia e seus “especialistas” estão em pavorosa, contumaz voz quando se trata de assuntos externos, Rubens Ricupero disse na Rádio Bandeirantes de que é ”normal os EUA espionarem para saber as relações do Brasil com países como Bolívia, Venezuela, estes governos são visto com desconfianças, então precisam saber sobre o que o Brasil pensa e como se relaciona com ele para  tomarem as decisões estratégicas, portanto, dependem destas escutas”, ou seja, eles podem e devem fazer, nesta justificativa estúpida." 

Gol de Placa de Dilma ao Adiar Ida aos EUA
Arnobio Rocha - 18 de September de 2013
Espionagem de Obama fez azedar as relações políticas Brasil-EUA

Ontem falamos da decisão da Presidenta Dilma de adiar sua ida aos EUA em visita oficial, nos post Dilma Cancela Viagem aos EUA, agora vamos recolher as repercussões no mundo desta corajosa decisão, que nos pareceu a mais adequada ao momento, representando um duro recado aos EUA de que nem todos estão dispostos a fazer cena para seu presidente e sua fracassada política externa, de sorrisos para câmeras e facadas nas costas com elas desligadas. O escândalo de espionagem começa a cobrar seu preço.

O site político mais importante dos EUA, o “Huffington Post”, deu a seguinte manchete: “Adivinhe quem não vem para jantar”. Exceto o Washington Post, que preferiu reduzir o problema e dizer que a recusa de Dilma se deu por questão eleitoral, segundo o jornal “O cancelamento da viagem de Dilma a Washington é visto como politicamente conveniente, em parte porque a tecnocrata de 65 anos enfrenta uma campanha de reeleição difícil no próximo ano. A atitude renderá dividendos em uma região em que houve irritação quando os documentos foram tornados públicos”. O que será, não por coincidência, o discurso oficial da perdida oposição local. Os demais jornais tanto dos EUA, quanto da Europa, preferiram olhar a questão com mais valor político global.

Prof. Hariovaldo. Aécio Neves, augusto e sagaz líder-mirim dos homens bons da nação, com muita sobriedade e orientado por FHC, condena a humilhação dos EUA por Dilma.

Aécio Neves condena a humilhação dos EUA por Dilma

18 de setembro de 2013
By Professor Hariovaldo
Orientado por FHC, Aécio condena atitude de Dilma
O augusto e sagaz líder-mirim dos homens bons da nação, Aécio Neves, mais uma vez se levanta contas as injustiças perpetradas por Dilma, dessa vez contra os Estados Unidos, a pátria da democracia. Num arroubo soviético, a búlgara fantochuda humilhou a maior nação do mundo ao se negar jantar com Obama na Casa Branca, usando como pretexto a monitoração necessária que o governo americano faz dos lacaios do marxismo e das empresas faixadas que eles usam para financiar suas ações pelo mundo, como é o caso da Petrobras, várias vezes já denunciada neste sítio por usar o dinheiro do pré-sal para espargir o comunismo pelo mundo, sendo na verdade uma verdadeira empresa terrorista.

Como bem frisou Aécio com muita sobriedade, o cancelamento da viagem nada mais é do que uma afronta bolivariana aos americanos, ela devia sim, ter ido lá tirar seus sapatos para pisar aquele chão sagrado, e confessar para Barack Obama seus crimes, e prometendo entregar o petróleo brasileiro a Exxon para compensar, agindo com verdadeira líder latina, como o fez FHC, que tão bem soube tratar a América. Por isso mesmo, essa atitude lamentável deverá ser amenizada por uma comitiva de homens de bem brasileiros, que coordenados por Celso Laffer, e integrada por Merval, FHC, Azevedo, Aloysio Nunes, José Serra, Aécio Neves, W. Waack, dentre outros, para que em nome dos brasileiros, peçam desculpas por essa grosseria praticada por Dilma Rousseff.