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Tijolaço- 27 de Jul de 2013 | 09:47
A IstoÉ que vai às bancas hoje traz mais uma reportagem explosiva sobre o caso de corrupção promovido pela americana Alstom e e pela alemã Siemens nos contratos com o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, ambas controladas pelo Governo do Estado.
Leia-se, portanto, José Serra e Geraldo Alckmin.
O escândalo, que não é novo, reacendeu semana passada com uma matéria da mesma revista revelando um “propinoduto” paulista. Uma reportagem publicada esta semana pela Deustche Welle, agência de notícias alemã, confirma que a Siemens, embora tivesse prometido. em 2007, esclarecer todas as suspeitas de corrupção que a abalavam, continuou operando o pagamento de propinas na aquisição de contratos no Brasil.
Como a Siemens admitiu, esta semana, que a “notificou as autoridades antitruste brasileiras sobre uma formação de cartel, com participação da multinacional alemã, para fraudar licitações para a compra de equipamento ferroviário e para a construção e manutenção de linhas de trem e de metrô em São Paulo e em Brasília”, o Ministério Público teve de abrir informações sobre o caso.
E o que revela a Istoé é – não há outra palavra – é uma corrupção cavalar.
Esqueça os famosos “10%”. O bico aqui é grande, muito grande: 30%.
